Querer, meu bem, não basta.
Ana Beatriz
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Tantos quereres no passado dizem apenas uma coisa para mim. Talvez seja necessário um novo querer. Uma pausa. Um ar novo. Uma cor nova que você não tinha notado ao nascer do sol. Muitos de nós estivemos num mundo fechado, no quarto, na cama, ou no próprio corpo fraco que não levanta.

O caos é ruim quando se tenta controlar, mas se abre num mundo de desejos impossíveis e possíveis, e cenários improváveis e mundos alternativos.

Pense como é banal desejar que o sol se ponha ao meio dia. O nosso querer é fonte do nosso próprio desconforto e sofrimento. Um encontro consigo mesma. Olhos fechados, respiração e amor. É isso que nos faz ver uma nova direção na vida.

Em tempo, peço que nos correspondamos através de textos. Ofereço-lhe a leitura deste: A morte e a morte.

Lembre-se: é tempo de morangos!