Propósito é primordial para marcas inserirem diversidade nas estratégias
Pesquisa ministrada pela Officina Sophia, apresentada no 9º Fórum de Marketing Empresarial®, fala que o consumidor se identifica com o engajamento de marcas em causas e paga mais por isso.

Diversidade não significa apenas orquestrar elencos multiculturais das mais variadas matrizes sexuais em comunicações e publicidade, contando que essa medida posso agregar mais valor a sua marca.
Muita das vezes pelo uso falho e somente voltado a conversão em lucros recai sobre discursos irreais e acabam atrelando a marca uma péssima imagem, geralmente associada ao oportunismo e falso propósito.
“Não dá para fazer qualquer coisa. Se ‘clusterizarmos’ tudo não vamos chegar a lugar nenhum”.
A discussão ganha nova amplitude
Diversidade virou tema sério dentro das agências, produtoras de audiovisual e dos an que cada vez mais estão dando ênfase a todas as causas que se alinham as estratégias de comunicação das marcas.

O painel Diversidade: discurso ou propósito, encerrou a parte temática do 9º Fórum de Marketing Empresarial, realizado pela Editora Referência e o Lide (grupo de Líderes Empresariais) entre os últimos dias 24 e 26, em São Paulo, exibiu uma pesquisa sobre o tema. A análise feita pelo estudo da Officina Sophia Conhecimento Aplicado, demonstra que o apoio às minorias e o respeito à diversidade, mas de outro uma elevação consistente do conservadorismo, e perante isso como as marcas devem se posicionar?
Apesar dos vieses e posicionamentos divergentes 84% das marcas cobertas pela pesquisa consideram válidas as estratégias alinhadas a causas e bandeiras. 16% não considera válido o uso das causas e posicionamentos políticos para os negócios. No estudo 83% das empresas estão abertas a diferentes etnias e cores de pele; 82% aceitam idosos e convivem tranquilamente; 81% apoiam a equidade entre homens e mulheres; 81% acreditam que deveria existir mais equilíbrio entre pobres e ricos; 75% acredita na liberdade religiosa; 74% é conivente a convivência entre migrantes; e para 72% não pode haver preconceito e discriminação contra homosessuxais.

A maioria do público acredita sim, que a diversidade deve ser usada pelas marcas como propósitos genuínos, sobrepondo o discurso de diversidade e liberdade empregados pela marca, agência ou anunciante. Como consumidores até preferem marcas alinhadas aos propósitos sociais, aumentando assim a fidelidade e captação de novos consumidores.
O painel Diversidade: discurso ou propósito, encerrou a parte temática do 9º Fórum de Marketing Empresarial, realizado pela Editora Referência e o Lide (grupo de Líderes Empresariais) entre os últimos dias 24 e 26, em São Paulo, exibiu uma pesquisa sobre o tema. A análise feita pelo estudo da Officina Sophia Conhecimento Aplicado, demonstra que o apoio às minorias e o respeito à diversidade, mas de outro uma elevação consistente do conservadorismo, e perante isso como as marcas devem se posicionar?
Apesar dos vieses e posicionamentos divergentes 84% das marcas cobertas pela pesquisa consideram válidas as estratégias alinhadas a causas e bandeiras. 16% não considera válido o uso das causas e posicionamentos políticos para os negócios. No estudo 83% das empresas estão abertas a diferentes etnias e cores de pele; 82% aceitam idosos e convivem tranquilamente; 81% apoiam a equidade entre homens e mulheres; 81% acreditam que deveria existir mais equilíbrio entre pobres e ricos; 75% acredita na liberdade religiosa; 74% é conivente a convivência entre migrantes; e para 72% não pode haver preconceito e discriminação contra homosessuxais.
A maioria do público acredita sim, que a diversidade deve ser usada pelas marcas como propósitos genuínos, sobrepondo o discurso de diversidade e liberdade empregados pela marca, agência ou anunciante. Como consumidores até preferem marcas alinhadas aos propósitos sociais, aumentando assim a fidelidade e captação de novos consumidores.