O tempo é igual mastruz

Foto: Makalister

Entreguei os tons de Vênus

E recebi o gosto da guerra.

Mas lutei só, perdi à espera…

Por um sopro de vida em uma estrela morta.

Já não importa!

O universo é imenso e eu me imerso em outras rotas…

Erradiquei as linhas tortas de mim

E dos murros eu retirei as facas com lâminas de sentimento cego.

Mas não nego que assim como Don cometi pecados que amei cometer…

Jogos de gatos tão fora lei, só que nunca houve uma rainha e um rei


Em tempo, percebi que o tempo é igual mastruz, cura...

Até os fluídos do seu corpo na minha pele nua.

Eu torci para que saísse de si e entrasse em mim,

Quem sabe assim, pudesse entender toda a minha pretensão em relação a você.

Paguei pra vê e percebi que o tempo é igual mastruz, cura...

Até os fluídos do seu corpo na minha pele nua.


Já não me sinto sua!

Deixei a playlist da vida rolar…

O que começou com ball and chain hoje se mantém em I don’t wanna waiting in vain...

Porém entre os grandes ou os certos, eu não deixei de amar nada.

Porque depois que se ama muito, amar pouco é impossível!

Somos peças de um jogo imprevisível e o que nos resta se não for os riscos?

Não sinto mais os escritos de chão de giz.

Hoje sou aprendiz de olhos nos olhos.

Sem anseios, faço da minha voz a de Buarque... Sem mais ataques!

Quero ver o que você diz…

Quero ver como suporta me ver tão feliz.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.