LA VIE EN ROSE?
Um poema sobre a puta da vida e das «amizades» de apenas um sentido
Onde estás tu quando preciso que me levantes?
Onde estás tu quando preciso que me empurres?
Onde estás tu quando preciso que me des amor e carinho?
Onde estas tu quando preciso de ti?
Enfim… não estás…
Apenas e somente nao estas
Tu pessoa, tu suposto amigo
Tu amigo entre aspas
Tu que dizes que estás sempre aqui para mim, ate estares
Tu que falas, mas sem sentir
Tu que mentes, mas sem querer realmente socorrer me
Tu que te aproveitas da minha ajuda
Tu que sugas a minha felicidade
Tu que te apoderas das minhas forças
Tu que para ti não passas de um recetor nesta relação básica ou complexa entre dois seres
E Eu, que morbido, pálido e preto por dentro, finjo-me forte e saudável para que te possas aproveitar disso!
Por isso pensa! Pensa…
Onde estou eu quando precisas que te levante?
Onde estou eu quando precisas que te empurre?
Onde estou eu quando precisas que te dê amor e carinho
Onde estou eu quando precisas de mim?
Bem… ainda que sem forças, ainda que servo de cem corações que se aproveitam dos meus restos de Felicidade como abutres, eu estou aqui!
Estou aqui depois das ofensas subtis, de abismais mas também subtis falsidades! Estou aqui depois de dizeres que não presto, estou aqui depois de ter ajudado o mundo inteiro!
Estou aqui, apesar de desesperado por ajuda e empatia, estou aqui a ajudar te, sem te pedir ajuda em trocar, sem esperar nada em troca e sem efetivamente receber nada em troca…
