Que se lasque o modelo de negócio; o jornalismo tem uma missão social

Imagem: Reprodução/Washington Post

O jornalismo não é só uma profissão: é uma maneira de encarar e lidar com o mundo. Ele não está restrito a quem se forma na faculdade de jornalismo, mas pode ser praticado por qualquer pessoa que se proponha a seguir seus princípios (que, não por acaso, são bastante parecidos com o método científico).

Pois a equipe de um jornal escolar no Kansas (EUA) mostrou isso de maneira exemplar. Os repórteres do Booster Redux, da escola Pittsburg High School, resolveram investigar o currículo da nova diretora da escola. Acabaram encontrando muitas discrepâncias e inconsistências em seu currículo. Uma universidade onde ela alegava ter feito especializações é suspeita de ser uma “fábrica de diplomas”; nem site a suposta instituição tem.

A diretora foi obrigada e pedir demissão porque não conseguiu se explicar. Vejam só, seis estudantes do ginásio interferiram diretamente em sua realidade próxima simplesmente porque decidiram fazer as perguntas que as autoridades locais não fizeram quando contrataram a gestora da escola.

Que se lasque o modelo de negócio, meus amigos. Temos que mostrar a importância do jornalismo para a sociedade usando exemplos como esse.

Leia a matéria do Washington Post sobre o caso e fique maravilhado com esses jovens corajosos.