Quem ama: gasta

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Dizem que o amor é acaso, é sorte, é encontro. Verdade, é sim! É tudo isso, e também é muito mais. 
 O amor é bonito, mas a sua beleza não se parece com a dos filmes que assistimos, aquele que a gente acorda um belo dia e o universo resolve conspirar para tudo acontecer. Como mágica. Sem nenhum esforço. 
 A verdade é que sua beleza habita nos gastos. No tanto que gastamos de nós em busca de fazer o amor se manter flamejante e repleto de realizações. Essa é uma beleza que o acaso não dá conta. De fácil, não tem nada. 
Quem ama gasta. Gasta seu tempo pelo outro, seu sono pelo zelo do outro, sua disposição pela realização do outro. É do outro que o amor fala, porque o outro é também você. 
 Parece complicado, né? E é. 
 Mas, aí o amor fica mais bonito ainda. A contrapartida é simples: o que se gasta também se ganha.

E essa conta estranha não termina por aí, ainda tem os erros. Esses vão exigir dos amantes mais gastos: de lágrimas, de perdões e de coragem. E ao final dos erros, para o amor, a certeza.

Tem muita gente esperando por um amor que não exige. Mas, com amor que não se gasta também não se ganha. É conta básica.

É preciso entender que amor não se sustenta com mágica. Com a força dos astros. Com a conspiração do universo. Com o destino. Amor só se sustenta quando você gasta com ele.

Então, faça o favor: gaste. Com prazer.