Casamento homoafetivo — Mais que um pedaço de papel
O casamento homoafetivo é um direito como qualquer outro.
Ao admitir que o direito constitucional sirva para todos, não se pode aceitar modificações uma vez que o homem possua opção sexual julgada diferente pela sociedade.
O direito de casar não é baseado em assinar um pedaço de papel, mas garantir que o parceiro tenha os mesmos direitos concebidos em um casamento heterossexual seja o plano de saúde através da empresa do cônjuge, a pensão alimentícia em caso de separação, o direito a herança do companheiro e — um passo fundamental — o direito a adoção de filhos, antes concebida apenas a um dos membros do casal.
Ao longo da história da humanidade, a relação homoafetiva está presente variando conforme o nível de aceitação social. Podemos observar que homossexuais sempre existiram, mas nunca foram aceitos por ferirem moralmente a cultura de certas religiões.
Progredir e inovar estão, constantemente, no pensamento do cidadão moderno. Mais importante do que isso, porém, seria o homem reavaliar suas atitudes morais e religiosas a fim de permitir que o outro seja feliz, independente de sua escolha sexual.