velho Monza 94

Domingo, meio-dia, atirei as crianças à enseada. Foi-se junto o velho Monza 94. Josileide, minha concubina, fez um curso de férias em Jaboatão ano passado, no ramo de hotelaria; seu cu redondo rescendia a amarulas; agora boiava numa piscina ao grelo de camponesas virgens de Yumbulagang ouvindo Dmitri Shostakovich. Você enviou a mala-direta para a coordenação do DCF, Josileide; você será dissecada num necrotério, um dia. Os carros das crianças atirados às vagas, o verão, o domingo fervente; derivando como um zumbi n’areia, proclamo-o hoje — ele vinha na direção oposta — um reverendo, em quem atirei. Ela fez um curso de férias de pompoarismo gnóstico em Jaboatão, ano passado, no sub-ramo hoteleiro; seu cu redondo rescendia a amarulas. Caberia discernir pois, tomadas as medidas próprias ao caso, entre, cá, rénrénrén, acolá, pipipipi, a mais contrita subespécie do flato pré-rafaelita, e mais acolá minha sórdida família fiando uma tapeçaria de peçonha e mexericos. Fede já no porão, e frequentamos o curso de férias, o corpo das nossas juventudes — e frequentamo-lo. Tatuei o comprovante no cu. Na coordenação do DCF, o verão decantava, febril; Josileide já bombeava hotelaria aorta afora; deixem-me em paz, sancionei. Escrevo em nome dos paus presos, por desvão, na garrafa térmica da coordenação, por certo do DCF; ouçam-me pois, Tietas estropiadas. Cus de amarula. Vocês são o hipogloss do espírito. Quero lhe sequestrar à enseada, com seus recalques de milf, num velho Monza 94. Suprema Corte Ortodoxa dos Perobos, resignem-me às usuais preleções aos vermes mortuários; ao buraquinho frio mais exclusivo de Jaboatão.