Eu sou…

Eu sou uma estrutura feita de matéria e memória. Eu sou o nada, mas também sou o todo. Minhas experiências foram construídas, porém não posso desprendê-las de mim. Eu sou a experiência, eu sou a memória, eu sou o desejo, a vontade e o prazer, eu sou a dor e cobiça, eu sou o mundo. O passado me distorceu. Achei que tinha me topado com a verdade, mas o conhecimento me iludiu. Como pode algo incompleto me propor o absoluto? Talvez a verdade seja atemporal, ou mutável.

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