Value proposition

In the beginning we had to choose a value proposition for GamerGrade, with focus on creating value for the users (free), or on creating financial value (paid). The answer to that question wasn’t easy.

We have always wanted to reach a high number of people, to put in practice our most ambitious plans, for that the natural decision would be to create value for the user but unfortunately Brazilian’s startup scene is in its early stage, with few money and a big aversion to risks, making paid models much more acceptable to investors.

Hard decisions like that are part of your daily tasks as entrepreneur, and all founder team members have to agree with those decisions and know the pros and cons of each option, those decisions will define the destiny — or ruin — of our company.

We’ve decided to follow the free model. In our ambient, this model will be harder to follow, the question “from where will the money come from?” will be around for some time and we know we will have to properly answer it in some part of our journey, but we can’t imagine a business that will reach a high number of people that puts the creation of financial value before the creation of users value.

This decision opens a lot of possibilities and obstacles that will be reported here along with the decisions and mistakes we make and the successes we achieve. I really hope that this report will help people that are living the same moment in their startups as us.

See you soon!

(Português)

Para começar tínhamos que escolher uma proposta de valor para o GamerGrade, com foco em gerar valor ao usuário (free), ou valor financeiro (pago), a resposta não foi nada fácil.

Nós sempre desejamos atingir um número significativo de pessoas, tendo assim a oportunidade de colocar em prática nossos planos mais ambiciosos, a decisão natural seria gerar valor ao usuário, porém o ecossistema de startups no Brasil, está numa fase inicial, não existe muito dinheiro, portanto os investidores tendem — com razão — a preferir negócios de valor financeiro, onde o risco é menor.

Decisões difíceis como essa fazem parte do dia-a-dia do empreendedor, todos os membros do time devem estar de acordo com a decisão a ser tomada, visto que isso definirá o destino da companhia, ou a falta dele.

Nós então decidimos pelo modelo free. Em nosso ambiente ele será mais difícil de seguir, toda a maré corre contra nós, a pergunta “de onde vem o dinheiro?” vai nos rondar por um bom tempo e sabemos que teremos de lhe dar resposta apropriadamente em algum ponto da nossa caminhada, mas não conseguimos imaginar um negócio que seja capaz de atingir milhões de pessoas nos dias de hoje se este colocar a criação de valor financeiro à frente da criação de valor para o usuário.

Essa decisão abre um leque de possibilidades e obstáculos que serão relatados aqui, juntamente com os bastidores de nossas decisões, erros e acertos. Eu realmente espero que esses relatos possam ajudar pessoas vivendo o mesmo momento nas suas startups.

Até a próxima!