A Donzela do Frio

Os ventos descendo a colina no fim do verão,

Os gracejos da bela donzela do frio dançando,

Algo mágico atraindo a atenção de tudo,

Uma mágica fria com uma doce beleza,

Apaixonando qualquer observador distraído em seu caminho.

Brilhos de gelo e neve espalhada sobre as gramas,

Seu vestido branco e azul, voando aos giros,

A fada das neves trazendo a beleza vinda das montanhas frias,

Do lago cristalino ao rio congelado, da brisa fria ao floco de neve.

Seus olhos azuis como o cristal de gelo nunca tocado

Em a profundidade do seu olhar o frio do inverno,

Em seus cabelos negros com brilhos de cristais

A beleza da profunda noite estrelada.

Dançava e pulava, corria em sua brisa brilhante e gelada,

Seu rastro branco deixado na colina verde,

A geada brilhado a sua volta.

O viajante caminha sem saber, o calafrio repentino,

Em direção a donzela ele vai, como qualquer um que a contempla,

A fada segue seu caminho ao bosque, na dança levita,

A bela amante do frio, apaixona a todos onde passa,

No sol ela cruza anunciando a proximidade do inverno.

Mas como um vento repetindo ela vai,

Deixando os corações apaixonados lembrando a cada sonho,

O viajante segue o bosque em busca de sua donzela,

Seus olhos com medo de fechar à perde-la vista,

Correndo com a neve eu seu rosto a escura mata.

Ventos e ventos de todos os lados o fazem perder o caminho,

Floresta fria e floresta escura a sua volta, frio e gelo,

Então nosso viajante corre a primeira clareira,

Uma árvore velha em seu meio, um tronco grosso,

Sentando a sua frente sem forças e com a tristeza a lhe cair.

Em seus sonhos olhos azuis o observam,

Ventos o circulavam, o frio vestido de branco e azul.

Logo o viajante acordava, e em sua frente

Os olhos azuis e profundos da donzela do frio,

Ela com um leve toque com seus dedos no rosto do viajante,

O faz lembrar para sua vida inteira sobre a beleza do inverno,

E o guia fora da floresta gelada a seguir seu caminho,

Pois ela também segue sua jornada de fim de verão,

Dançando o inverno chegando, congelando e desenhando

Cristais a sua volta, sob os rios e montanhas.

E raramente é avistava e sua magia encanta novamente,

Ela logo trata de guiar a pessoa fora de seu encanto,

Ela dança e canta, traz a ama o frio, e no fim do frio

Para voltar a seu trono de gelo ao pico mais elevado,

Lá onde sempre neva, lá onde a magia existe,

Lá onde tudo é possível…

Para aqueles que acreditam em sua fantasia do frio.