Rapaz, agora entendi a “dificulidade” das pessoas. Eu mesmo por 3x li “Gilmar”, pensando: “Mas Gilmar é fácil de falar”. E então comecei a falar, enquanto lia: “Gilmar, Gilmar, Gilmar…- Ih, não perae, tá errado! — Gilmaaaa…iiiirr, Gilmaa…iir, Gilmair”… rsrsrs :P
Eu li seu post das cinco coisas sobre ser autodidata e, me identifiquei em diversos pontos na sua história também. Assim como você também “sô fí dí nóóórdéééstííínoooo” (parte de pai), nasci e cresci em um bairro de periferia na zona norte de SP. A vida toda estudei em escola pública e tive uma formação completamente porca e deficitária por conta disto, da qual eu também assumo minha parcela de culpa, rs.
A bem dizer, sou autodidata desde os 12 anos. Justamente pela educação deficitária e eu sempre lutar contra o esteriótipo, sempre me obriguei a aprender (de forma aprofundada, até ter algum domínio) sobre diversos assuntos (coisas relacionadas à psicologia, filosofia, história, política, administração em suas diversas ramificações, programação para web, design tbm para web, marketing, redes, servidores, economia, finanças, e mais um monte de coisas, rs), para poder me virar e também para não me sentir “burro”. Mas até pouco tempo atrás este processo era extremamente árduo e caótico. Eu recém consegui sistematizar e metodizar meu autodidatismo, com métricas e planejamento. É bem parecido que os pontos que você aborda, inclusive. Acredito que agora que as coisas estão mais organizada, eu consiga progredir de forma consistente.
E você não foi negativo, foi realista, rs. Agora que você falou, talvez eu considere publicar algumas coisas aqui no Medium compartilhando experiências e exorcizando meus demônios também. Inclusive uma das melhores formas de maturar os inputs é gerando outputs, né? Vou amadurecer esta ideia, por ora vamos trocando figurinhas pelos comentários… ;P
Abs!