Das conversas e casos que a gente adora escutar e postar por aí

Ou: um post para retornar ao Medium

Na fila do busão, uma mulher nordestina, baiana de sotaque lindeza, chama atenção de uma amiga que acabou de comprar um churrasquinho. Na frente do cara que vendeu, ela dá um grito: MAS TU GOSTA DE CULHÃO MESMO, HEIN?? A amiga não entende nada, então a baiana explica: Você é louca de comprar churrasco ou lanche feito por mão de OMI? OMI é porco, vive cas mão no CULHÃO! Loka!

[Todos ao redor engasgam com tanto culhão]


A nada mole vida – porém criativa e bem humorada – de um ambulante no Metrô. Para a propaganda de um fone de ouvido: – pessoal, esse aqui não veio de Londres nem de Nova York. Veio de Moscou – moscou, os guarda levou!

[Eu acredito é na rapaziada]


Eu sempre achei estranho quem fala ao celular com fone de ouvido em público. “Coisa de maluco”. Mas hoje achei interessante: no ponto do bus, um cara gritou bem alto, por duas vezes seguidas, “TE AMOOOOÔ!”.

[Um malucão de amô!]


Escutei uma mina contando uma história facebookiana. Ela recebeu uma mensagem inbox de um cara xis, um cara cinza, daquelas pessoas que a gente adiciona por adicionar (quem é você?). No Facebook, ele está “em um relacionamento sério”. E tem fotos com a namorada. Muitas fotos.

- Oi. Posso te pedir uma coisa

- PEDIR O QUE???

- Queria uma meia sua…

- HÃ???? MEIA??

- É, uma meia 3/4. É que tenho fetiche. Te dou um presentinho em troca…

Ela embrulhou o estômago, quebrou o caquinho de cu dele e deu block.

[OMIS heteros, parem de fazer papelão. As mina são empoderadas. Vocês não podem pedir nada: as mina não são delivery, muito menos de machista sujo. Vocês vão levar chumbo!

Vão caçar pokemon, vão!]

P.S: tem também a primeira historinha que postei aqui, A tiazinha crazy do trem.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.