escrevo por diversão para não me sentir na obrigação de ser boa
não lembro a última vez que fiquei em casa um sábado a noite ouvindo o pagodinho manso que vem da rua inabafável pelos carros que passam a sete andares abaixo daqui. hoje de manhã li matilde campilho tentando não chorar. o movimento antropológico da poesia dessa mulher de sotaque fechado é encantadora. a transformação do familiar em exótico me comove…
eu te perdi de vista no topo da montanha selvagem e por isso não posso me perdoar)as estrelas te queimaram e você nunca soube que a noite possuía palavras bonitas como lua, leite e…