Não, não mudou em absolutamente nada.
Carlos Ramalhete
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Concordo plenamente com o segundo e terceiro parágrafos. Mas não vejo como concordar com o primeiro.

Não vejo que mal há em se dirigir a um pai, como é o Papa para nós católicos, e pedir-lhe que esclareça uma ou outra questão, ainda mais sabendo que existem pontos com problemas de ambiguidade ou que vem sendo interpretados de forma descontínua com o Magistério precedente, o que é um grave erro.

Voltando ao “subsistit in”, imagino que o esclarecimento só veio porque ficou claro para o Papa que era necessário, e isso se deu também por meio de fiéis ou do próprio clero tornando-lhe isto claro.

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