Jesus teve compaixão com uma viúva

Leia Lucas 7: 11–17

A compaixão é um sentimento muito poderoso. Diria que é um dos atributos de Deus (Ex. 34:6), que o homem revela em si ao refletir a imagem do Criador. A compaixão mobiliza nossas entranhas, aproxima as nossas almas e nos faz sentir a dor do nosso semelhante. Mas como podemos exercer esse sentimento, com o intuito de transformar a realidade de quem sofre?

O texto bíblico relata a passagem de Jesus pela pequena cidade de Naim. Apesar de significar “Aldeia da Consolação”, aquela cidade assistia “desconsolada” a tragédia que se abatera na vida de uma viúva que perdera seu único filho. O fato de tê-lo perdido tornava sua realidade ainda pior, pois, além da solidão e da instabilidade socioeconômica — comum às viúvas do seu tempo -, agora ela vivenciava a dor de enterrar seu filho e a triste sensação de não perpetuar a existência da sua família nas próximas gerações (algo importantíssimo para o judeu). Nesse contexto, Jesus entra na cidade e, movido por grande compaixão, não apenas consola a viúva, como também ordena que o menino volte à vida, restituindo a alegria e esperança que aquela mulher havia perdido.

A compaixão pela miséria humana fez Jesus mudar o cenário caótico da existência de muitas pessoas, através da manifestação do poder de Deus. Por várias vezes Jesus interviu em realidades difíceis a partir de sentimentos nobres como amor, compaixão, misericórdia, longanimidade, fidelidade e perdão: Cegos gritavam: “Senhor, tem compaixão de nós!”, e Ele os curava (Mt.9:27); outros clamavam para que os demônios deixassem a sua família, e Ele os libertava (Mt.15:22; 17:18); ressuscitou a Lázaro, chorando a miséria dos que lamentavam a sua partida (Jo. 11:35); e até hoje vem transformando as nossas vidas pelo seu amor e poder.

Jesus nos ensina que a atitude de compaixão glorifica a Deus (v. 16). Se seguirmos os seus passos, seremos capacitados pelo Espírito de Deus para transformar realidades. É no exercício da nossa mais profunda humanidade que desenvolveremos a verdadeira espiritualidade.

Você tem experimentado esse sentimento de compaixão pelo próximo? Como tem exercido esse sentimento? Essa é uma das marcas pelas quais queremos ser conhecidos!

“Cria em mim, ó Deus, um coração puro, cheio de compaixão… Lembra-te que sou fraco e que também dependo da tua compaixão, pois só Tu és a minha fortaleza na tribulação e na angústia. Enche-me do Teu Espirito, para que eu possa fazer toda a Tua vontade”.

Michel Lyra

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