As 6 críticas sociais pesadas que você não conseguiu enxergar em Mad Max — A Estrada da Fúria
Larissa Palmieri
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Tirando a parte da desconstrução do lobos solitário, o resto eu concordo.

Olha, recomendo a você rever com cuidado os três primeiro, o Max nunca foi egoísta e nem agia de forma a ser o único a resolver tudo.

Alias, isso foi o fracasso dele:

  • Ele perdeu a família e amigos, no primeiro filme, basicamente por isso. Alias, um dos amigos dele foi pego praticamente por estar sozinho.
  • No Segundo filme, como carniceiro, ele perdeu o carro e se responsabilizou por ajudar no comboio.
  • No terceiro filme, depois de exilado e pegar o pato por ter dado o golpe em Bartertown, ele ajudou as crianças a conseguir uma fuga do deserto procurando o piloto que ele conhecia.
  • Neste ultimo filme, ao ficar sozinho ele assumiu a mesma postura do segundo, se responsabilizando por tudo e ajudando Furiosa a derrubar o Immortal Joe, durante o retorno (ficando de igual para igual com ela).

Com exceção do final do primeiro filme (só o final mesmo) ele nunca foi um padrão de herói solitário, as vezes você esta o confundindo com o John Maclane (Duro de Matar), esse sim um herói praticamente solitário.

Enfim, no universo criado por George Miller, no segundo filme, já havia uma guerreira, no terceiro há a personagem emblemática da Tina Turner e neste temos a Furiosa. Mas confesso a trama desse ser sobre as parideiras, e a escolta ser feita por alguém como a Furiosa foi perfeita, para colocar uma personagem feminina forte protagonizando ao lado dele e não contra ele (como rolou no terceiro filme)!

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