O pesadelo escola e a formação do indivíduo
Cauê Madeira
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Há alternativas como as Waldorf, as Montessori, as construtivistas alternativas e escolas com uma pegada mais hippie de um modo geral. Ainda bem que elas existem. Mas são só a ponta do iceberg.

Eu pensei em colocar meu filho numa dessas escolas ditas alternativas também, mas achei que seria deixá-lo num mundinho à parte. E, além do mais, os pais dele já são alternativos o suficiente.

Quero uma escola que ampare minhas filhas para que tenham a auto-estima melhor desenvolvida dia após dia, e que seja capaz de instigá-las a buscar mais conhecimento. Uma escola que tenha a sensibilidade de entender o potencial intelectual de cada uma, estimule a troca em grupo e não tenha uma cacetada de conteúdo obrigatório e chato.

Eu penso um pouco diferente. É óbvio que a escola que a gente escolhe pros nossos filhos tem que estar alinhada com a nossa filosofia — também odeio fábrica de vestibulando — , mas eu acredito num trabalho conjunto dos pais com a escola. É uma troca. A criança aprende em casa e leva pra escola e vice-versa. Já me falaram que a escola educa e os pais conscientizam. E é verdade.

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