Pessoas descartáveis

Na vida temos muitos encontros com outros seres humanos.

Cada dia conhecemos pessoas novas, algumas ficam íntimas, outras não.

Ter um elo que dure, tem que haver afinidade, mesma frequência vibracional, mesmos tipos de interesse, ou não. Ser apenas amigo, mesmo com diferenças.

Para ser assim deve se ter sabedoria, compreender outro, ter empatia acima de tudo.

Mas há um tipo de relação que está muito superficial, seja profissional seja de amizade ou de amor.

O interesse pelo que o outro pode oferecer vai até onde se consegue o que quer, após isso, a pessoa vira descartável. Este tipo de pessoa, conhece alguém novo e logo se encanta, dá valor.

Mas tão logo isto passa, outro vêm e é novidade e outro, e por aí vai… Ela irá buscar interesse e satisfazer seus desejos sempre no próximo.

O desconhecido é mais legal.

Assim muitos se tornam descartáveis, consegui o que queria, tchau.

Isto se deve à falta de amor próprio em primeiro lugar como também a busca pela autosatisfação, ganância e o individualismo proliferado.

Esta pessoa não têm culpa, pois foi ensinada assim, e pode ser ensinada a ser diferente. Conhecemos muitas delas.

Zigmunt Baumam já alertou sobre isto, mas sempre é bom repensar.

Quem sabe comecemos a reciclar relações, renovar, restaurar ao invés de descartar.

Somos descartáveis para quem?

Quem consideramos descartáveis?

O que é verdadeiro?

Pensemos sobre isso, e assim não cairemos em descarte.

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