#Coimbra170 Dia 026

Sexta, 07/10/16

Acordei com a casa vazia, os meninos já haviam ido pra casa. O dia seria repleto de muitos, infinitos nada a serem feitos.

Almocei e resolvi ir ao banco depositar dinheiro, na volta passei no escritório do senhorio e paguei o aluguel de Outubro.

Pensei que minha sexta terminaria aí. Até que a Rafaela me manda mensagem me chamando para ir a reinauguração do observatório. Não tinha nada pra fazer e tava mesmo a fim de fazer algo. Topei.

Logo mais as 21 já estávamos do outro lado do Mondego, algumas milhas de distância do centro da cidade. Haviam dois amigos dela esperando por nós no observatório. Depois de algumas filas, observamos a Lua, e infelizmente não pude ver Marte por conta do céu nublado.

O senhor que estava manuseando os telescópios disse algo engraçado: “Nós aqui odiamos luzes nas ruas e nuvens no céu, acabam com nosso trabalho.”

Voltamos ao centro, a Rafaela passou no Burger King e comeu umas batatas, daí fomos para uma festa na Sé Velha, uma festa em uma república. Passei num bar onde o fino era 0.50€. Não resisti. Parecia um alcoólatra com dois copos na mão a caminho da festa.

O lugar era desastroso. Por um momento até agradeci por morar com esses meninos-porcos.A república do cágado era um lugar terrível. Acabei nem entrando na festa, fiquei de papo na porta.

A Sílvia e a Anna estavam lá, são amigas dos garotos que moram comigo. No fim da noite elas falaram que eu não podia jantar sozinho no sábado, já que os meninos estavam em casa, disseram pra jantar com elas, iam fazer algo vegetariano pra mim. Não levei fé.

Deixei a Rafaela em casa e vim pra casa.

Tranquei a casa inteira, estava sozinho, então fechei cada janela. Dormi sem hora pra acordar.