#Coimbra170 Dia 165
Quinta, 23/02/2017
O dia amanheceu lindo, céu azul, sem nuvens.
Tomado o pequeno-almoço, passei a mão na câmera e fui rumo ao Jardim Botânico.
Alguns cliques.
Começo a entender o aparato. Ainda que fotos manuais sejam impraticáveis.
Depois do photo booth, ainda me deitei e tomei um bom banho de Sol. Senti cada molécula de vitamina D se fixando.
Não pude deitar no meu banco de costume. Uma menina estava lendo no meu lugar de costume, tudo bem, ela lia 1984, passou credibilidade.
Quando a fome bateu, fui de volta pra casa, fiz arroz e almocei.
Lembrei que a Marcelle tinha comprado postais antigos em um antiquário, pedi pra que ela me levasse lá, era em um dos becos da baixa. Decidi por livre e espontânea vontade de levar postais e escrever a alguns dos amigos.
Não gosto de cobranças. Nem de mulher, nem de amigos. Complicado.
Encontrei com ela pela tarde, comprei os postais. acabamos tomando um café, o qual comi uma “fatia” de um bolo de nozes com doce de ovos e mil folhas.
Vou sentir falta desses doces, preciso dizer.
Quando deu a hora da aula, ela foi.
Eu fui ao fórum, só por ir.
Na volta, já a noite, voltei andando pra casa, petiscando as batatas fritas e a barra de chocolate que comprei. Ando chutando o balde na reta final, eu confesso.
Quando estava na portagem, bem na baixa, a Rafa me liga e me chama pra ir na mesma hamburgueria que tentei ir na semana anterior e estava fechada.
Fomos. O lugar era legal, mas as batatas e o próprio pão eram melhores que o hambúrguer em si. Sem problemas, o pão era mesmo ótimo. Papeamos.
Chegando em casa, acabei abrindo um vinho e tomando com a Bia. Falamos sobre a vida. Ora se fala, ora se ouve. Trocar experiências é algo que tem mais valor a cada dia.
Cada pessoa é única no mundo. Um universo.
Quando deu quase três fomos dormir, diferente de mim, a Bia tinha aula no outro dia.
