Completamente apaixonados

Eita, porra! Não consigo tirar essa música da cabeça desde sábado passado...

Culpa em primeiro lugar do maldito Paulo Massadas, que a compôs! Ele (potencializado quando em dupla com Michael Sullivan) é nossa versão nacional do Max Martin e entre suas pérolas inesquecíveis estão

“Me dê Motivo” (Tim Maia)
“Deslizes” (Fagner)
“Whisky a Go-Go” (Roupa Nova)
“He-Man” (Trem da Alegria)
“Brincar de Índio” (Xuxa)

Só clássicos!! Ou seja, o cara é bom. Somando-se à letra inspirada a repetição ad nauseum nos programas do Gugu, à época, a canção foi eternizada em nossos corações pelo seu intérprete bonitão (?!), Marcelo Augusto!

Daí que Marcelo Augusto foi quem, pra minha surpresa, apareceu no palco mandando muito bem (como ator e cantor) no besteirol Los Lobos Bobos, cuja estreia tive o prazer de assistir. Bem divertido, o show - e excelentes também seus companheiros de palco, o Guilherme Uzeda e o Ricardo (Schuind) Arantes! De quebra ainda troquei umas palavras com o Jacques Lagôa, esposa e filho, mais o diretor GPeteanH.

Supimpa!

(Próximo assunto: conto sobre a ducha sanitária? Nah, melhor não…)

Um tanto menos “supimpa”, mais pra “intrigante”, foi a mini-maratona (são apenas 4 episódios) de Chelsea does… Novo lançamento Netflix. A “moça” é famosona lá pelos US of A, eu já tinha visto alguma coisa, mas sem grande conhecimento ou interesse. O primeiro episódio, sobre casamentos, foi apenas passável. Já o segundo, sobre tecnologia, foi bem legal — reconheci várias amigas com os mesmos tipos de dificuldades, rsrs! Mas intrigante mesmo foi o capítulo dedicado às drogas…

1) Em mais uma prova de que “só preto e pobre” vai pra cadeia, a moça não só admite que usou de tudo como ainda usa algumas coisas durante o show e… cadê polícia pra prender?

- Estão ocupados fodendo com o Steven Avery!

2) Num momento, em vez de fumarem uns baseados, Chelsea e seus amigos são agraciados com um jantar bem gourmet, no qual todos os pratos contêm maconha entre seus ingredientes…

- E daí, Eduardo?

E daí que me peguei inclinado a experimentar esse barato! (Um belo baratão, diga-se de passagem: o garçom informa que consumiram o equivalente a 3 ou 4 becks inteiros, cada um dos presentes.) Mais do que a experiência em si, me flagrei pensando em por que eu tenho tanta aversão ao “cigarrinho do capeta” mas não ao (sei lá) “filé ao molho madeira-de-canabis”…

Seria pelo cheiro? 
Pela semelhança com o (ainda mais fedorento) cigarro e afins? 
Um preconceito cultural??

Ou seria apenas por eu ter assistido ao bagulho (hein? hein? “bagulho”!) perto da hora do almoço?

A comida parecia bem boa.

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