Odeio WhatsApp

Mentira! Mas preciso ventilar…

Coincidência interessante um amigo postar esta matéria justo hoje. Porque esta semana tem sido particularmente irritante, em relação ao uso que dão à fantástica ferramenta.

Que fique claro: adoro! Mais ainda a versão web! Dependendo da disponibilidade do povo (e minha), o WhatsApp me faz uma companhia danada e bem-vinda. Diria até importante pra minha sanidade mental e produtividade profissional — alivia o estresse.

Mas, porra…

Quando alguém insiste em mensagens de áudio, me priva da possibilidade de, com um passar de olhos, saber se é assunto que requer minha atenção imediata. Em especial quando nem tudo anda muito feliz “lá em casa”, por assim dizer, o suspense até que eu possa escutar a tal mensagem me causa uma puta ansiedade que em 99% das vezes é desnecessária.

Quando alguém insiste em mensagens de cunho religioso ou político sem a cortesia de sequer me perguntar antes se é nisso que eu acredito, se é a inclinação que me agrada ou, caso contrário, se tenho interesse num debate sério naquele momento, acho muito desrespeitoso.

WhastApp é muito impositivo. É “tô falando contigo e quero que você me escute agora!”

Facebook não é, Facebook é mais “tô falando aqui ao vento e escuta quem quer, quando quer…”

As pessoas deviam entender isso melhor e usar as ferramentas adequadas pra cada caso, portanto.

Mas pra não ser O Chato, eu brinco.

Respeito os “Bom dia! Jesus te ama!”, “Boa tarde! Maria te abençoe!” e “Boa noite! O Espírito Santo é uma bela japonesa!” que me mandam várias vezes por dia, todo santo (#PunIntended) dia. Mas, da minha parte, vão respostas do tipo:

Pra variar um pouco o tema, sabe? Porque religião demais cansa… política demais cansa… e piadinha demais, tomara que os canse!

(P.S.: Também odeio o Skype “da firma”. Manda e-mail, caralho!)

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