
Manhã fria na cidade. Diria que uns 13 graus, com sensação térmica de -40. Chave no contato, giro a chave. Pá pá pá pá pá. Mais uma vez. Pá pá pá pá pá pá pá pá pá pá. Hmmmm… não dá a partida. Bateria? Mas o barulho é diferente do nhém nhém nhém nhém nhém nhém de que me lembro. Tento e nada, tento e nada. Luzes acendem, vidros descem e sobem. Espero a concessionária “acordar” e me confirmam não terem um serviço de leva-e-traz. Aciono o seguro, vem o guincho. O tiozinho muito simpático, prestativo, se coloca a fazer aquela popular ligação em paralelo com outra bateria. Et voilà! Desligamos o carro pra garantir que ele pegaria novamente e sou aconselhado a deixá-lo ligado por uns 10 minutos ainda, pra obter alguma carga. Dispenso sua generosa companhia até a concessionária, pois a bateria não demonstra estar completamente ruim nem eu intenciono desligar o veículo antes de trocá-la. Nos despedimos.
Ele, ao dar ré no guincho, destrói a lateral de um outro carro igual ao meu por ali estacionado…
Manhã chuvosa na cidade. Diria que não é manhã, dado o avançar da hora... Eu poderia preparar algumas coisas pro almoço. Restos de kibe, restos de esfiha, uma pequena lasanha. Mas quem está na chuva é pra comer vegano — e o novo (antiozonantinho) restaurante não decepciona! No final, encho a cara com a cerveja (porque levedura fermentada) sem álcool (é refrigerante) mas com frutas (uva, goiaba), cultura de lactobacilos (kombucha), chá de hibisco e vitamina B12.
Tão amargo que deixa o gosto do Wewi, outro refrigerante meio sem doce, um verdadeiro “melado”, depois.
Manhã num shopping da cidade. Porque no aeroporto da cidade, fora da cidade, não havia o item desejado. Nem no shopping, nem no hipermercado, aliás.
Aproveitamos pra começar com as celebrações pelo nascimento do bebê: 9 meses!
E porque os franceses inventaram perfumes pra não terem que tomar banho, volto ao presente: manhã de terça-feira na cidade vizinha. Seguinte ao dia muito, muito frio e, portanto…
… estou cheirosíssimo!
