Perdido em conteúdos desnecessários.

Agora uma historinha.
“Era uma vez um garotinho chamado Rômulo, que sempre pegava seus tênis de passeio e ia tirar o dia na grande floresta próxima a sua cidade. Ele sempre pegava um único caminho, seguindo da rua de sua casa até a enorme árvore no centro da verde e molhada floresta.
Rômulo passava por um caminho coberto de flores, que o guiava a um rio, do qual atravessava até chegar nos arbustos maiores, seguindo direto a maior árvore enorme. Porém em um determinado dia, Rômulo decidiu diferenciar seu caminho e seguiu um caminho diferente. Acabou se perdendo, enquanto a noite chegava.
O medo e preocupação de Rômulo o deixou confuso, e ele então perdeu o caminho de volta para casa. As árvores eram bem maiores do que a que ele sempre ia visitar no centro da floresta. O que o garotinho iria fazer agora? A tarde estava dando adeus e a noite dizendo olá.
Rômulo então teve uma ideia, agarrou-se em uma das enormes árvores e com os pés empurrava o corpo até a copa. O tronco estava escorregadio e o musgo não colaborava com a subida do garoto. Ele conseguiu chegar ao topo, mas infelizmente, não era possível ver nada ainda. E agora, o que fazer? Rômulo encontrou uns galhos secos, os juntou e acendeu uma pequena fogueira, colocando galhos de pouco a pouco para que aumentasse o fogo.
Em menos de trinta minutos, os guardas florestais estavam ali, levando Rômulo de volta para a casa. ”
E o que podemos aprender com a historinha de Rômulo?
Alterar o caminho em busca de inovação é um ato natural e perspicaz do ser humano, essencial para descobrir a essência e os resultados da curiosidade. Mas em certos casos, acabamos presos ou perdidos em diversos conteúdos, que apesar de grandes e relativos ao local em que procuramos estar, podem levar-nos ao fracasso.
Tentar aceitar ou colocar nossas ideias acima desses diversos conteúdos pode nos levar a fracassar mais ainda, mesmo que eles sejam altos e exemplares. E quem somos nós ao questionar o poder e sucesso dos próximos? Somos pessoas. Pessoas que aprendem com o tempo, até perceberem que, no chão de cada um, há as ferramentas necessárias para que sua capacidade e eficiência transpareça aos demais. Em vez de tentar desvendar os segredos do caminho do sucesso sozinho, conte com os outros para que lhe notem, nunca esquecendo que a fogo, que lhe leva à eficiência, está sempre com você.
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