Problema meu, sintomas nossos
Cândida Nobre
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Muito bom o texto e o vídeo. Esse tipo de abordagem mais “criativa” onde (re)combinamos conhecimentos e informações já era pregada por alguns construtivistas…

Enfim, tenho a sorte de estar graduando num escola onde a maioria dos meus professores, talvez por serem jovens e empolgados, estão sempre em busca de novas formas pedagógicas de nos fazerem pensar, agem não como um palestrante sisudo mas como um agente colaborador na construção do conhecimento através da descoberta e da combinação de informações, sei que muito pode ser feito, mas vejo que a magica de parar o tempo tem sido cada vez menos utilizada, alguns “magos” da academia em que estudo, tem o poder de se misturar com seus aprendizes em uma relação de “protocooperaçao” onde o que vale é a aprendizagem bilateral e você , candida, é uma dessas magas!

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