Viver a vida que se quer e ter coragem para admitir que somos todos perfeitamente imperfeitos!

Cada um de nós é uma parte fundamental deste mundo

“Nada seria feito se alguém esperasse até poder fazer algo tão benfeito a ponto de ninguém achar defeito algum.” John Henry Cardinal Newman

O convite a ser perfeito e só começar a agir quando estiver ‘suficientemente pronto” é sedutor.

No mundo das ideias tudo tem que começar e terminar bem e até começarmos sequer sabemos o que realmente temos pela frente, então o medo da exposição nos propõe um caminho fácil, deixar do jeito que está!

A grande questão é que algo nos impulsiona a seguir e a querer mais da vida, deixar do jeito que está se torna impossível.

Seguimos então em direção ao novo e para realiza-lo é preciso ganhar habilidade que é gerada pelo do conhecimento, prática do conhecimento adquirido e repetição desta pratica e este é um caminho repleto de imperfeições.

Aliás, muitas histórias de sucesso começaram em momentos de crise econômica ou pessoal, em razão da reclamação de um cliente ou pela falta de recursos, e foram vividas por pessoas como nós, perfeitamente imperfeitas.

Se a vida real se passasse em um set de filmagem em muitos momentos ouviríamos a expressão: CORTA! Não há histórias perfeitas, nenhum de nós tem todas as respostas, o que nos diferencia é a forma como encaramos esta realidade.

Aliás, é interessante lembrar que enxergamos o mundo de acordo com a nossa realidade interior e por medo de tudo o que imaginamos estar do lado de fora nos camuflamos o quanto podemos atrás de… bem, atrás de tudo que você for capaz de imaginar.

A exposição de nossas imperfeições nos torna vulneráveis perante o outro e lutamos o quanto podemos para não nos colocarmos nesta condição, sem saber que o nível que nos protegemos é a medida dos nossos medos e, consequentemente o tamanho de nosso isolamento em relação ao mundo.

É verdade que somente nós sabemos as alegrias e dores que sentimos, mas é o outro, a pessoa à nossa frente, o ser dotado de capacidade para nos ajudar a repensar, a reaprender, a transformar.

Levantar a bandeira a imperfeição e continuar a caminhar, pedir perdão quando se erra, pedir ajuda quando não se sabe, nos torna sim vulneráveis, mas, estranhamente, nos torna também mais fortes.

A vida surpreende a todos com acontecimento maravilhosos e com momentos difíceis, todos estão a mercê do acaso, das dúvidas, dos medos e das frustrações e, a viagem para dentro de si mesmo e a percepção do que de fato precisa ser compartilhado e transformado é para os imperfeitos, para os que tem coragem de se mostrar vulneráveis.

Um pouco de cada um de nós. É assim que se constrói a história

A vulnerabilidade, no sentido de se abrir para o outro sem máscaras ou medo de julgamento, é capaz de promover transformação tamanha que sozinhos, nem em um milhão de anos seriamos capazes de proporcionar a nós mesmos.

Existe um poder no intercâmbio da vulnerabilidade, quanto mais nos mostramos humanos mais profundas são nossas relações e mais próximos ficamos de nós mesmos.

Conscientes de que a vida surpreende a todos e que cada um escolhe o que fazer a partir de então, te convido e ser perfeitamente imperfeito e, dentro deste mundo de imperfeições, rir de si mesmo e se juntar a outras tantas pessoas perfeitamente imperfeitas.

Se você tem uma experiência perfeitamente imperfeita, fique a vontade para partilhar.
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