Também concordo em partes. Particularmente não acho os Trapalhões engraçados, tampouco Mazzaropi exatamente pelos mesmos motivos que você listou, mas isso é muito subjetivo mesmo. Acho que o humor subversivo é muito mais engraçado do que aquele que serve apenas para reforçar estereótipos, mesmo quando feito por alguém em seu lugar de fala. Eu vejo mal nisso sim. Não consigo achar reforço de estereótipo engraçado. E olhe que, como nordestino que sou, sei bem do que tô falando.
Não pretensão de tirar a opinião de ninguém não e tenho plena consciência que as audiências não são passivas e etc, o que realmente me interessava aqui era apontar a falta de criticidade que, infelizmente, talvez seja mesmo um requinte que só caiba à “elite intelectual” (queria colocar mais aspas aqui).
Em relação ao artigo em “o travesti”, acho que realmente me passei. Preciso fazer o mea culpa aqui. No entanto dei uma pesquisada aqui e vi que, pela norma culta, ambos os gêneros são admitidos. Mas vou seguir o seu conselho porque de fato acho mais adequado. Obrigado.