
O desenvolvimento teórico-acadêmico proporcionado pela segunda onda e pelos questionamentos nela levantados foi tão profundo que se possibilitou o questionamento das próprias ciências. Autoras como Patricia Collins e Dorothy Smith defendiam que toda a ciência social feminista devia ser construída a partir do olhar, da vivência, da experiência e do ponto de vista da mulher — o que abre portas para a criação de uma verdadeira epistemologia feminista, em oposição crítica a filosofias, metodologias e epistemologias passadas, que, chegou-se à conclusão, todas foram concebidas a partir do ponto de vista masculino.