I. Pano de fundo da passagem
A. Qual o tema principal do livro?
B. Quais os propósitos do autor?
C. Qual o pano de fundo do autor?
D. Qual o cenário histórico?
E. Que tipo de literatura é essa? Parábola, poesia, apocalíptica, de ensino?
F. Entendimento/Contexto dos Leitores — a quem o livro foi escrito?
G. Uso de outros conceitos escriturísticos — Citações?
II. Contexto Imediato
A. Leia a passagem em pelo menos 3 traduções diferentes.
B. O que precede e se segue imediatamente à passagem?
C. Há algumas definições fornecidas pelo contexto imediato?
D. Qual é o argumento principal do capítulo inteiro?
E. Qual é o ponto principal da própria passagem?
F. Qual é o entendimento consistente da passagem no contexto?
III. Contexto Amplo
A. A minha interpretação faz essa passagem contradizer com
1. o próprio autor?
2. outras passagens bíblicas?
3. com o bom senso?
B. Quais outras passagens na Escritura lançam luz sobre os assuntos levantados nessa passagem?
Os passos acima são normalmente suficientes para a maioria dos propósitos de interpretação. Contudo, se for necessário estudo adicional, os seguintes passos são úteis:
I. Identificação de termos chaves
A. Liste as palavras “chave” na passagem.
B. Os significados delas é claro? Como as traduções diferem nesse ponto?
C. Consulte uma concordância para o significado das palavras nos idiomas originais.
D. Examine o uso da palavra (no idioma original) pelo autor, e então em outros livros.
E. Se for uma passagem do Novo Testamento, veja como os termos são usados no Antigo Testamento. Se do Antigo Testamento, veja como o conceito é levantado pelo Novo Testamento.
F. Determina se a frase é um idioma da linguagem.
II. Estudos de Palavras / Estudos Sintáticos
A. Consulte algum dicionário lingüístico sobre o uso do termo na Escritura e na literatura secular.
B. Estude a ocorrência de cada palavra no contexto cada vez que ela é usada na Escritura.
C. Estude possíveis termos cognatos (Grego-> Hebraico/Hebraico->Grego) e relações.
D. Examine a forma gramatical da palavra no contexto, e determina as relações sintáticas.
III. Estudos Textuais
A. Consulte um texto crítico da passagem nos idiomas originais.
B. Examine qualquer variante textual que tenha significado.
C. Determine possíveis efeitos de aceitação de várias leituras.
Há vários recursos disponíveis para a realização de todos os passos acima — o truque é encontrá-los e aprender como usá-los. Uma concordância exaustiva é obrigatória, e um bom dicionário bíblico é muito útil. Sempre tente trabalhar a passagem inteira sozinho antes de se voltar para os comentários. Há muitos comentários bons disponíveis, mas eles nunca são infalíveis. Eles pretendem ser apenas ajudas. O melhor comentário sobre a Bíblia é a própria Bíblia, particularmente a Bíblia como ela foi originalmente escrita. Se o grego e o hebraico estiverem disponíveis para você, invista em pelo menos três diferentes traduções para propósitos de comparação.
Traduzido por: Felipe Sabino de Araújo Neto
Cuiabá-MT, 08 de janeiro de 2006.
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FONTE: http://www.monergismo.com/
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