Aninha, fiquei tão feliz de saber que consegui representar suas dores no meu texto! ❤ Espero ter te ajudado também, de alguma forma! Acho que as pessoas, cada uma com seu universo e suas proporções, habituaram-se a "ser dores". E tanto se enxergaram nisso que ficam um pouco perdidas ao constatar que esse não precisa, não deve e não é desejável que esse seja um estado permanente. Plante alguma coisa dentro do seu muro de vidro. Cultive ali novas sementes para afetos, para prazeres, para que aquele pouquinho de luz que você descobre ao perceber que a dor é um estar e não um ser, se multiplique. A gente só reconhece as coisas boas quando passa pelas ruins, mas precisa se esforçar e se apegar a elas para ir adiante, para florescer e passar a confiar novamente (em si e no outro). Tudo na vida é processo, por isso é tão complicado…Não desiste, não! Vale a pena dar um pulinho aqui fora do muro…E cuidar do que está dentro dele para que cada visita seja sempre construtiva. =) Um super beijo!
