_erinhoos
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Feb 13 · 1 min read

No dia seguinte à explosão do texto eu tava ali na Augusta celebrando meu casamento (que ironia, ser rotulado de manjador de rola do banheirão da SmartFit nas vésperas da celebração mais cafona, patriarcal e heteronormativa que existe, né?).
Daí deu que eu a minha amiga Fúlvia começamos a perguntar para grupos de pessoas na esquina se elas sabiam da Carta. Às vezes algumas pessoas respondiam que sim. Parte delas tinha ouvido falar da questão, de que se tratava de um gay que ficou bravo com um botão na SmartFit porque não poderia mais fazer pegação e escreveu uma carta muito difícil de ler. Algumas pessoas emitiram a seguinte opinião na minha frente: que o autor era uma aberração, uma doida, surtada etc. As pessoas então ficavam muito desconcertadas quando eu me apresentava como autor, seja porque tinham que argumentar frontalmente, seja porque se davam conta do linguajar violento e desproporcional que usavam, seja porque tinham que admitir que não tinham lido o próprio texto, ou que leram só um trecho.
Gravei alguns vídeos dessa experiência, mas decidi não editar e publicar para não ter problemas com direito de imagem e nem para ridicularizar ninguém.

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    _antropólogo, barista informal, errante incorrigível, cantor de karaokê, sérião nas horas vagas

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