eu não sei exatamente do que eu gosto. não sei se estou vivendo do jeito que deveria. acho que o pilar do meu entendimento acerca da vida é um grande "não sei". 
e o meu "não sei" não deve ser interpretado como preguiça de pensar pelo meu inconsciente. pelo contrário, a minha consciência deve me incentivar a continuar essa caminhada sem desmerecer todos os meus esforços em ser alguém melhor através da leitura. – é augusto, paulo, hernandes, joyce, ciro, joão – às vezes quando estou reconstruindo os muros de Atenas, recebo um passaporte para ir à Corinto. ao chegar lá, percebo que a minha sabedoria é vã e isso dói mais do que aparelho ortodôntico sendo usado pela primeira vez numa boca cheia de dentes tortos querendo liberdade, porém aprisionados porque o padrão é aquele sorriso alinhado.

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