Grito de Liberdade
Um conto sobre Assassin’s Creed: Freedom Cry
Em algum momento de 1736
Próximo à costa da cidade de Porto Príncipe, o Experto Crede veleja calmamente pelas águas do caribe. Antes um navio negreiro, o brigue começa a ganhar uma reputação entre os locais por justamente libertar escravos de outros navios negreiros.
Ganhando uma reputação maior ainda está a misteriosa figura do capitão do navio, um ex-escravo conhecido somente pelo nome de Adéwalé. Sozinho em sua cabine, ele escreve, pensativo, uma carta.
Ah Tabai,
Sei que tenho estado longe da Irmandade há algum um tempo, mas assuntos importantes me prendem a região de São Domingo. Ajudar na revolta dos Maroons em Porto Príncipe tem despertado em mim um sentimento adormecido desde a juventude, na época em que eu era um simples escravo nas plantações de açúcar em Trinidad.
Aqui não estou enfrentando templários, mas luto por algo que você, como mentor dos Assassinos, me ensinou durante esses últimos anos: a liberdade dos homens. Para isso, tenho até retornado as práticas da pirataria, algo que tinha prometido nunca mais fazer.
Porém agora percebo que isso pode ser usado para algo melhor do que ganância e enriquecimento próprio. Sinto que tudo que aprendi e passei ao lado de Edward Kenward pode ser usado para uma causa maior.
Aqui lutamos por algo mais próximo aos ensinamentos da Irmandade e quando sentir que o meu papel estiver terminado, retornarei para o lado dos meus irmãos assassinos.
Seu discípulo.
Adé.
Um bater à porta tira a concentração de Adéwalé.
- Capitão, um navio negreiro foi avistado a poucas léguas
- Ótimo. Vamos ecoar mais uma vez o nosso Grito de Liberdade.