“Quem a mim me nomeia o mundo? Estar aqui no existir da Terra, nascer, decifrar-se, aprender a deles adequada linguagem, estar bem. Não estou bem, Ehud, ninguém está bem, estamos todos morrendo. Antes havia ilusões, não havia? Morávamos nas ilusões. (…)
Não pactuo com as gentes, com o mundo, 
não há um sol de ouro no lá fora (…)”

Hilda Hilst