Ramos, de Julio Bittencourt

por Luis Kita

RAMOS, Julio Bittencourt

As fotografias expostas em RAMOS (2015) de Julio Bittencourt saltam a nosso olhar. Entre corpos emperolados e encontros de muitas personagens a água se destaca, trazendo novas perspectivas às suas imagens.

O que se observa é a franqueza dos retratados. Em fornecer tamanha liberdade ao fotógrafo em trabalhar os mais diversos tipos de fotografias. O resultado mais franco da liberdade é a diversidade.

Ramos, Julio Bittencourt

O piscinão de Ramos sempre nos pareceu um local democrático, onde todos poderiam ter acesso à uma praia. A distância geográfica impede alguns do acesso ao mar. Mas ali jaz, RAMOS, como um acesso a utopia do mar, onde os mais distintos tipos de personagens se encontram diariamente.