E é daqui que preciso começar a parar de andar, de falar, de olhar para trás tentando observar que não há mas como escapar desse caminho. A hora de ter desistido já passou, de ter dito não ou lhe dado um abraço em vão. Agora isso já se faz presente, como um passado que já não tem mais fim. Vivendo no nosso presente todas as manhãs, até o por do sol, você vai se afastando se tranformando em um passado não tão distante, a saudade já comecou e isso acontecerá todos os dias, até que eu morra, ou até que eu te mate aqui dentro. Hoje é um novo dia, com acontecimentos aleatorios de um dia comum, com meros detalhes que fazem a diferenca, a não ser por uma coisa estranha, a alguns dias que você não aparece. No nosso por do sol, contruimos uma ponte, e essa era feita para ser atravessada por nós de mãos dadas e agora não passa de um elefante branco, feito para se jogar. Caso decida voltar, não será a tempo de nos resgatar. Desculpa, ninguêm está aqui para me escutar, o que tiver de ser feito, terá de ser feito agora

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