Esqueci-me…

Do rosto dele. Do conjunto do rosto dele… não me esqueci do sorriso, do raro que era que os olhos sorrissem também e do olhar profundo com o qual não conseguia cruzar o meu.

Perdi isso para sempre no dia que ele foi. Foi para sempre e levou com ele os segredos do olhar profundo com que pedia ajuda em silêncio.

Ficou-me esse grito que ele não deu, esse imprevisto que o fez partir, esse nada cheio de vagas recordações.

- Hey, podíamos seguir esta estrada por aí fora sem destino.
- Meu, depois disto há nada!
- Vamos lá, então. Vamos ao nada!

Para sempre na pele.

Luv, M.

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