Minhas 20 antagonistas de novela preferidas

Como não amar as antagonistas? Em qualquer novela, elas são os tipos que mais atraem a atenção. E eu listei 20 (sim, vinte, e ainda faltaram algumas) das minhas preferidas.

20 — YVONE MAGALHÃES (Letícia Sabatella em Caminho das Índias, 2009) — A melhor criação da atriz na televisão. Uma antagonista psicótica, demoníaca e fiel nas armações que faz. Não é uma vilãzinha desesperada por amor mascarada com doses de maldade. É uma megera convicta, sem qualquer resquício de generosidade.

19 — LAURA TRAJANO (Vivianne Pasmanter em Por Amor, 1997/1998) — Eu não a considero uma vilã propriamente dita. Mas sim, uma moça sofrida e apaixonada que por seu amor atravessa tudo e todos. Entretanto, como é uma das minhas participações preferidas da atriz na TV, a listei.

18 — SHEILA BUENO (Lília Cabral em História de Amor, 1995) — Também não pode ser tachada de vilã. Na verdade, é uma mulher apaixonada que tamanho seu amor, acabou problemática. No começo da trama, não simpatizava com Helena, mas depois, acabou se afeiçoando. Um dos melhores personagens de Manoel Carlos

17 — CLARA (Mariana Ximenes em Passione, 2010) — O melhor papel que a atriz poderia receber. Inesquecível, Clara era má mesmo e nunca teve uma reação humana sequer. Psicopata do início ao fim

16 — DÉBORA e CRISTINA (Ana Lucia Torre e Flávia Alessandra em Alma Gêmea, 2005/2006): Eu a listei juntas porque pra mim elas são uma só. Duas maldosas miseráveis, cruéis e sem um pingo de amor. Cristina era apenas obcecada por Rafael, o protagonista, mas não era um bom sentimento. Durante os quase 230 capítulos dessa enorme novela, as vilãs geraram cenas inesquecível e impactantes que a classificaram para o hall de grandes personagens.

15 — MARIA SÍLVIA (Alinne Moraes em Duas Caras 2007/2008) — Uma mulher completamente perigosa e psicopata. Quem não amava os surtos da vilã? Alinne esteve em completo estado de graça em seu melhor papel de longe.

14 — MARIA REGINA (Letícia Spiller em Suave Veneno, 1999) — Novamente Aguinaldo na lista. Dessa vez, em uma novela que não fez sucesso. Mas quem se sobressaiu na história foi Maria Regina, vilã inesquecível de Letícia Spiller. Frases absurdamente geniais e uma atuação propositalmente robótica fizeram da malévola irresistível.

13 — MARIA DE FÁTIMA (Glória Pires em Vale Tudo, 1988) — Uma vilã capaz de prejudicar e humilhar a mãe para chegar onde quer. Só por isso, merece ser listada. Uma das grandes criações da atriz

12 — LAURA (Cláudia Abreu em Celebridade, 2004) — Laura era absurdamente mau-caráter e rasteira. Mas adorável. Cláudia Abreu, depois de anos figurando, finalmente ganhou um grandioso papel, e se jogou.

11 — ADMA GUERRERO (Cássia Kiss em Porto dos Milagres, 2001) — Outra interpretação maravilhosa da atriz. Adma era capaz de tudo e gerou sequências imperdíveis.

10 — RAQUEL (Glória Pires em Mulheres de Areia, 1993) — A antagonista novamente se sobressaiu à mocinha nessa novela. Atuando como gêmeas, a atriz se deu muito bem como a maldosa, cheia de frases geniais e um cigarrinho inesquecível.

9 — CARMINHA (Adriana Esteves em Avenida Brasil, 2012) — Já virou rotina os portais listarem ela como a vilã mais inesquecível de todos os tempos. Não é, mas todo o conjunto (atuação, direção e texto) a fizeram ser querida por todos os brasileiros e Adriana não poderia estar melhor: depois de muito tempo com papéis irrelevantes em novelas, ela foi presentada e se esbaldou. Um sucesso.

8 — ODETE ROITMAN (Beatriz Segall em Vale Tudo, 1988) — Uma grande megera. Apesar de ter se tornado famosa apenas por suas frases criticando o Brasil, tendo feito poucas maldades de fato, ela se transformou em um dos maiores personagens da TV em todos os tempos. Beatriz foi tão bem que praticamente repetiu o papel na maioria das produções que fez posteriormente. Impecável

7 — MARIA ALTIVA (Eva Wilma em A Indomada, 1997) — O melhor papel da atriz em televisão. Qualquer descuido poderia a transformar em uma personagem caricata, mas o talento de Vivinha a caracterizou como uma das grandes vilãs das novelas e despertou o país, que amou a odiar.

6 — LAURINHA FIGUEROA (Glória Menezes em Rainha da Sucata, 1990) — Uma das maiores criações de Gloria na TV e um grande personagem. Capaz de esnobar qualquer um. Na verdade, era cruel, mas apaixonada pelo próprio enteado, Edu. Nuances inesquecíveis da atriz fizeram o público se apaixonar.

5 — MARTA (Lília Cabral em Páginas da Vida, 2006) — Vilã amargurada que gerou uma lista de grandiosas cenas para Lília interpretar. Além de ser o melhor papel da atriz, foi o melhor núcleo da novela que não foi lá um grande sucesso de crítica.

4 — BIA FALCÃO (Fernanda Montenegro em Belíssima, 2006) — Uma das minhas personagens preferidas da vida. Fernanda esteve genial e ganhou um papel bom depois de muito tempo. Bia não se importava com o amor e não tinha boa vontade pra ninguém. Infelizmente, a vilã ficou 4 meses sem aparecer na trama, mas voltou ainda mais genial. Perfeição.

3 — FLORA (Patrícia Pillar em A Favorita, 2008) — A Favorita foi uma das tramas mais geniais da Globo e como não poderia ser diferente, teve uma vilã inesquecível. Revelada megera só no capítulo 50, Patrícia se jogou de boca numa criação perfeita e usando muito bem o texto genial de JEC. Uma psicopata fria e calculista, mas amável.

2 — NAZARÉ TEDESCO (Renata Sorrah em Senhora do Destino, 2004) — Uma vilã inesquecível e engraçadíssima. Suas maldades eram críveis, mas seu estilo era tão surreal que conquistou a todos. A novela quase não tinha núcleo cômico, pois Nazaré já preenchia a cota de diversão da trama. Maravilhosa criação de Renata Sorrah.

1 — BRANCA LETÍCIA DE BARROS MOTA (Susana Vieira em Por Amor, 1998) — Frases inesquecíveis de Manoel Carlos. Crueldade deliciosa. Interpretação inesquecível de Susana Vieira. Fim. Isso basta para listar Branca como a minha vilã preferida na televisão.

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