“O Solidário não quer solidão”.
Está na canção, diz muito ao que me vai por dentro. Há, a meu ver, grande diferença entre sentir solidão de algo que ainda está ausente de mim — mas que me impulsiona — , e sentir solidão que está presente — mas que me estagne.
A primeira: Escolho desde que iniciei meus primeiros passos no mundo e o fiz através de “Por que isso?”; “Para que aquilo?”, desde a mais tenra idade (A curiosidade seguida de reflexão, ainda que eu leve certo tempo “mastigando” reações, é de meu interesse…. sempre foi.
A segunda: Dispenso, sempre, por não demonstrar eficácia aos objetivos que sustentam o que me impulsiona.
Então sigo/prossigo, sempre buscando, incansavelmente (ainda que haja tropeços durante o percurso), sair de mim para o que me sustenta e nutre: “O solidário não quer solidão”…
… e nunca quererá, se sair de dentro de si mais vezes for mais precioso/útil a ele, do que permanecer lá!