Um texto antigo (e pequeno)

São 4:23 da manhã e eu acordei por nada, talvez seja tarde demais (ou cedo demais), mas enquanto uma porto não tão alegre dorme uma menina não tão triste se vê acordada pensando em você. Você que é carne, osso e coração. Que ri fácil, é simples e encanta. Você que não é primavera mas com certeza floresce a vida por onde passa. Que tem lábios com gosto de vida e toque com sensação de esperança. Você que não cabe porque transborda, talvez até porque não saiba ser menos que muito. A grandeza te acompanha. Te desejo coisas incríveis parecidas com essas que sinto no estômago quando te vejo. O mundo te pertence, assim como essas borboletas. Qualquer dia eu te entrego elas — e se me sobrar coragem me entrego junto.