Rabiscos na Sarjeta

A vontade de fazer
O meu escrever
Não só ser transbordamento
Rimando o meu tormento

Queria fazer todo dia
Até o momento que morreria
Punhando a caneta
Rabiscando na sarjeta

Por medo de não cumprir
Não prometo seguir
Mas quero escrever noite e dia
Mares, amores e tudo que sentia

E na sarjeta vê
Como a lua no amanhecer
Que tudo pode ter sumido
Porém ter a minha palavra mantido.

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