Certa vez eu o encontrei chorando, sozinho, em um canto, escondido, e, sem saber o que dizer, estendi minha mão à ele; Ele me olhou, olhos vermelhos e lacrimejados, e entendendo o que o meu gesto dizia, se levantou e assim, de mãos dadas, caminhamos por alguns minutos. Ele então parou, me olhou e me agradeceu. Eu apenas sorrí. Nossas mãos se soltaram e seguimos em direções diferentes. Foi o nosso primeiro e único encontro, mas tenho certeza que o marcou na mesma intensidade que me marcou, e que ele às vezes pensa em mim, assim como às vezes penso nele.