Vamos apostar em quem?

Fabio Martins
Aug 29, 2017 · 2 min read

Você certamente já ouviu essa frase em algum momento. Seja por alguém que vamos contratar de fora ou de alguém que já é conhecido de casa.

Realmente em toda e qualquer empresa, ninguém é insubstituível. Eu concordo com esta frase, sim. Mas sabemos que muitas vezes, um sai, e é reposto por alguém novo. É o ciclo atual das empresas e empregados.

Mas me indago muitas vezes pensando, “Poxa, se o cara sair vai criar um GAP aqui enorme” principalmente na minha área, que digo, de projetos e tecnologia.

Nesta horas, me lembro também que talento e comprometimento estão cada vez mais escassos.

Repor uma vaga, ou uma pessoa não é tarefa nada fácil. Achar uma pessoa comprometida, buscando uma oportunidade, ainda mais no mercado e economia atuais é bem complicado. Se for avaliar ainda, comprometimento e talento, então. Fica mais difícil ainda.

Leitores, gestores, coordenadores ai fica a pergunta, apostar nos velhos de guerra ou prata da casa que tem o conhecimento, o comprometimento e conhecem a cultura da empresa, ou buscar algo novo no mercado?

Acredito que em ambos existem benefício e malefícios.

Atualmente vejo que empresas tem buscado novos talentos no mercado, e ai, meu caro precisamos ter cuidado.

Como disse anteriormente, em tempos de alto desemprego, algumas empresas tem baixado valores de salário, e conseguindo manter gente comprometida e com vontade de trabalhar. O problema que vejo ai é, não é hoje que temos que ver. E sim o depois, ou o amanhã.

Hoje em dia, existem muitas pessoas qualificadas, que estudam bastante, possuem línguas estrangeiras em seus curriculum, e estas pessoas por serem mais novas, e estarem precisando trabalhar ou terem vindo recentemente de universidades aceitam salários menores. Lembramos, que o processo de carreira, seja em uma empresa ou em várias é preciso sempre estar se preparando, e neste caso, com salários menores, teremos este preparo? Acredito que não. Estas pessoas deixarão de investir na educação e consequentemente não vão se preparar como a empresa espera. Causando então, um ciclo disruptivo de alta rotatividade. O que gera, custos para o recrutador / empresa. Além do fato, de termos pessoas cada vez menos preparadas para o futuro, seja nesta empresa ou no mercado atuário deste país.

Não vamos generalizar claro, tem muitas empresas que possuem planos de treinamento, e até educação paga como benefício ao colaborador. Isso é essencial para a manutenção de seus talentos, e acredito que isso se faz destacar esta empresa no mercado.

Agora, sabemos que tem empresa contatando gerentes e coordenadores com salários de analista. Nesta condição entendo que “Agora Inês é morta”, não tem jeito, e nem tem como reclamar da alta rotatividade e das menções negativas a sites que fazem a avaliação da sua empresa.

O resultado não virá. E o gasto, tempo, foi embora.

Talento, vem de cada pessoa, e o comprometimento é uma série de fatores que em conjunto com a empresa, claramente, darão esse discernimento ao seu colaborador.

Se ambos se ajudam, todos ganham!

Obrigado, pela leitura, espero que este tempo tenha agregado algo. #TMJ

Se precisarem de algo, fico à disposição.

fabio@fastmail.uk — Abraço!

)
Welcome to a place where words matter. On Medium, smart voices and original ideas take center stage - with no ads in sight. Watch
Follow all the topics you care about, and we’ll deliver the best stories for you to your homepage and inbox. Explore
Get unlimited access to the best stories on Medium — and support writers while you’re at it. Just $5/month. Upgrade