Vamos apostar em quem?
Você certamente já ouviu essa frase em algum momento. Seja por alguém que vamos contratar de fora ou de alguém que já é conhecido de casa.
Realmente em toda e qualquer empresa, ninguém é insubstituível. Eu concordo com esta frase, sim. Mas sabemos que muitas vezes, um sai, e é reposto por alguém novo. É o ciclo atual das empresas e empregados.
Mas me indago muitas vezes pensando, “Poxa, se o cara sair vai criar um GAP aqui enorme” principalmente na minha área, que digo, de projetos e tecnologia.
Nesta horas, me lembro também que talento e comprometimento estão cada vez mais escassos.
Repor uma vaga, ou uma pessoa não é tarefa nada fácil. Achar uma pessoa comprometida, buscando uma oportunidade, ainda mais no mercado e economia atuais é bem complicado. Se for avaliar ainda, comprometimento e talento, então. Fica mais difícil ainda.
Leitores, gestores, coordenadores ai fica a pergunta, apostar nos velhos de guerra ou prata da casa que tem o conhecimento, o comprometimento e conhecem a cultura da empresa, ou buscar algo novo no mercado?
Acredito que em ambos existem benefício e malefícios.
Atualmente vejo que empresas tem buscado novos talentos no mercado, e ai, meu caro precisamos ter cuidado.
Como disse anteriormente, em tempos de alto desemprego, algumas empresas tem baixado valores de salário, e conseguindo manter gente comprometida e com vontade de trabalhar. O problema que vejo ai é, não é hoje que temos que ver. E sim o depois, ou o amanhã.
Hoje em dia, existem muitas pessoas qualificadas, que estudam bastante, possuem línguas estrangeiras em seus curriculum, e estas pessoas por serem mais novas, e estarem precisando trabalhar ou terem vindo recentemente de universidades aceitam salários menores. Lembramos, que o processo de carreira, seja em uma empresa ou em várias é preciso sempre estar se preparando, e neste caso, com salários menores, teremos este preparo? Acredito que não. Estas pessoas deixarão de investir na educação e consequentemente não vão se preparar como a empresa espera. Causando então, um ciclo disruptivo de alta rotatividade. O que gera, custos para o recrutador / empresa. Além do fato, de termos pessoas cada vez menos preparadas para o futuro, seja nesta empresa ou no mercado atuário deste país.
Não vamos generalizar claro, tem muitas empresas que possuem planos de treinamento, e até educação paga como benefício ao colaborador. Isso é essencial para a manutenção de seus talentos, e acredito que isso se faz destacar esta empresa no mercado.
Agora, sabemos que tem empresa contatando gerentes e coordenadores com salários de analista. Nesta condição entendo que “Agora Inês é morta”, não tem jeito, e nem tem como reclamar da alta rotatividade e das menções negativas a sites que fazem a avaliação da sua empresa.
O resultado não virá. E o gasto, tempo, foi embora.
Talento, vem de cada pessoa, e o comprometimento é uma série de fatores que em conjunto com a empresa, claramente, darão esse discernimento ao seu colaborador.
Se ambos se ajudam, todos ganham!
Obrigado, pela leitura, espero que este tempo tenha agregado algo. #TMJ
Se precisarem de algo, fico à disposição.
fabio@fastmail.uk — Abraço!