Sobre o futuro, hard-rock, carro autônomo e filhos
Pessoas introvertidas usam algumas skills mais que outras, acredito eu, uma delas é a imaginação.
Ultimamente estou indo para o trabalho ouvindo Sebastian Bach (não aquele da música clássica, o do Skid Row). E volta e meia me pego imaginando…
O ano deve ser por volta de 2026, estou no meu carro, mas não ao volante, pois não é mais preciso dirigir, os carros autônomos são os novos populares.
Mesmo assim, gosto de ir buscar meu filho na escola, e servir de tio da Van para os seus amigos, todos por volta dos seus 10 anos.
O carro tem bastante espaço interno, e aproveitamos a viagem para cantar clássicos do hard-rock, como Youth Gone Wild, Big Guns e I Remember You, do Skid Row (sim, não são músicas muito indicadas para crianças, mas elas são crianças, ainda não entendem a malícia dos versos – fora que na idade deles eu ouvia É o Tchan).
Hoje até passamos por um sr. que estava no carro do lado, e solicitou amizade. Aceitamos e ele ficou surpreso do nosso gosto musical, e de como aquela cena de um pai, seu filho e amigos o divertiu (as perucas à lá Sebastian Bach, fazem sucesso).
Uma divagação apenas, de como a tecnologia, quando bem usada, pode nos proporcionar mais tempo, para a diversão.
Por um mundo com menos sobrecarga de atenção entre o volante e o celular, e mais cantores horríveis, cantando músicas nostálgicas com seus filhos.