O começo…?

Desde os cinco anos de idade, quando aprendi o significado das letras, não parei de ler ou escrever. Em uma geração de consumidores ferrenhos das redes sociais, eu sou aquela pessoa cujo celular sempre tem um aplicativo de leitura aberto com alguma estória. Sou uma viciada assumida. Minha mente passa as horas traçando paralelos entre os diversos mundos em que me insiro tão avidamente.

Há dias em que flutuo muito mais do que caminho

Sempre ouvi que aquele que muito lê, muito escreve e vice-versa. A inevitabilidade me parecia muito esquisita quando criança, mas a aceitei com a fascinação de quem ainda se deslumbra diariamente com o universo. Escrevo com prazer e por necessidade. Algumas ideias me vêm com tanta intensidade que fluem de mim quase que por vontade própria. Contudo, meus rascunhos, sempre em grande número, em geral não vêm a público — principalmente por quase nunca acreditar que eles sejam bons o suficiente.

O Medium me veio como uma plataforma puramente de texto. Aqui, decidi, publicaria meus pensamentos, minhas reflexões e minhas bobagens. Essa seria mais uma de minhas tentativas de registrar minha passagem pelo mundo e minhas crenças em cada época. Que melhor maneira, para mim, do que escrever tendo tanto a possibilidade de ser lida quanto de não ser? A segunda, admito, às vezes me parece ainda mais encorajadora do que a primeira. Apesar de disponibilizar minhas toscas frases, faço isso muito mais por mim do que qualquer outra coisa.

O plano inicial é de realizar projetos, sendo o primeiro de crônicas sobre a construção de minha monografia (já muitas feitas e publicadas no Tumblr), mas sabe-se lá o que me espera mais à frente! Com tranquilidade, relatarei minhas paixões, meus temores, minhas reflexões e minhas muitas desventuras pela vida. Se você, quem quer que seja, decidir me acompanhar nessa empreitada, seja muito bem-vind@ e…

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