Estou sempre caminhando

Farah Serra
Apr 10, 2018 · 3 min read
Crédito imagem: rawpixel. Licença: CC0 Creative Commons

Caminhando se faz estrada. Com passos curtos ou longos — não importa, o horizonte começa a se aproximar e a ficar mais nítido.

Na estrada estou eu. Desde lá do início passei em diversos lugares para estudar, estagiar e trabalhar. Naquele trajeto ela me levava sempre adiante e me enchia de ânimo para ir além. Até que peguei um desvio e, sem querer, cai em um declive. O desci tão rápido que fiquei atordoada. Tive que encostar algumas vezes no acostamento para respirar e me orientar em meio ao vale em que me deparei.

Todavia, segui caminhando. Neste outro percurso o porvir aparecia… E, igualmente, sumia… Havia um crepúsculo que não conseguia superar. Nem por isso sai do itinerário, continuei firme. Mudei minha direção, precisei crescer, fui até “autora e fotógrafa por paixão”…

E como nesta estrada — da vida — a evolução é constante, chegou mais um momento de dar um grande passo. Com mais profissionalismo, mais convicções, mais experiências… apesar de não ser com menos inquietação.

Inquietação?! — Você me pergunta.

Sim. — Respondo eu.

E, continuo, inquietação daqueles que estão tentando inventar um trabalho para si mesmo. Daqueles que decidem andar por conta própria, como um freelancer. Dos que tiram da inquietude a proatividade, a criatividade e que ficam longe da zona de conforto. Ou ainda, daqueles que abraçam a excitação e se libertam da ansiedade da incerteza: “Tudo dará certo, e mesmo quando não der certo, você encontrará uma maneira de tentar mais uma vez.”

Sei que, novamente, estou escolhendo a estrada mais difícil. Optar pelo ‘o que eu quero fazer’ e não pelo ‘o que eu posso fazer’ é uma subida íngreme. Mas se não for assim, como poderei saber se não será esse o percurso que me tirará desse vale?!

Além disso, hoje, escrever e aprender é o que quero fazer. É com isso que quero trabalhar. Como mais poderei fazer o que desejo a não ser me colocando como blogueira, redatora web e tradutora?

Isto posto, outra vez, tentarei — sempre caminhando lado a lado ao meu instinto, as minhas ideias e paixões — encontrar a melhor maneira e lugar para fazer o que almejo. Seguindo a minha própria estrada acredito que onde quer que ela me porte nunca me sentirei perdida, pois compreendo que no seu final serei sempre eu, Farah Serra.

Farah Serra

“Borders I have never seen one. But I have heard they exist in the minds of some people.” [Thor Heyerdahl]

Farah Serra está no seu caminho:

Como blogueira escrevendo para os seus próprios blogs: Pelos campos de trigo, Tempos de gestão, Observações sobre o belo e o sublime (Obvious), Medium. Curando ainda o seu perfil @peloscantosdomundo no Instagram.

Como redatora web redigindo textos para os portais: Brasileiras Pelo Mundo; Brasileirinhos Pelo Mundo, administradores.com, e, às vezes, dando umas passadinhas lá no Update or Die! (Ela também já colaborou com o blog Eu ando pelo mundo.)

Como tradutora (Inglês/Português) e revisora cooperou nos projetos de tradução colaborativa dos livros: “A Era das Criptomoedas” de Girum S. Urgessa, Paul Vigna; “Reinventando as Organizações” de Frédéric Laloux. E como tradutora (Inglês/Português) no projeto de tradução colaborativa do livro “Blockchain Revolution” de Don Tapscott.

Tem como objetivos contribuir:

· na gestão e elaboração de conteúdos para empresas, sites e blogs de diferentes âmbitos de atuação.

· como redatora, revisora e editora de trabalhos criativos e/ou acadêmicos.

· na tradução, revisão, edição, unificação de livros, artigos, textos, white papers, etc.

Farah Serra

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