Poucas palavras de muita inspiração

“Carlos Drummond de Andrade, em uma de suas cartas para sua filha, Maria Julieta, a aconselha: ‘Escreva minha filha, escreva. Quando estiver entediada, nostálgica, desocupada, neutra, escreva. Escreva mesmo bobagens, palavras soltas. Experimente fazer versos, artigos, pensamentos soltos. Descreva, como exercício, o degrau da escada do seu edifício (saiu um verso sem querer). Escreva sempre, mesmo para não publicar. E principalmente para não publicar. Não tenha a preocupação de fazer obras primas; que de há muito já perdi, se é que um dia a tive. Mas só e simplesmente escrever, se exprimir, desenvolver um movimento interior que encontre em si próprio sua justificação…’

Trecho do texto “A dor e a beleza da escrita”, de Hilane Tawil, publicado em Obvious.

Foto da porta do Escritório de Cultura de Narbonne, França. Crédito imagem: FA.Serra

Meus cantinhos de devaneios:

Pelos campos de trigo

Observações sobre o belo e o sublime (Obvious)