A Fundação de Economia e Estatística apresenta depoimentos de profissionais dos mais diversos setores, que reconhecem e valorizam o trabalho da FEE na construção de conhecimento socioeconômico para o Estado. A construção dessas memórias começou no Dia do Economista em 2015 e segue com a participação de diferentes colaboradores.

“Aos Parceiros da FEE — O sistema de estatísticas de um país é construído por um instituto de estatística nacional e por institutos estaduais regionais.

A responsabilidade pelo olhar local é de quem conhece o detalhe e pode analisar as características específicas. O IBGE considera que a existência dos órgãos estaduais de estatística, como a FEE, é fundamental para a manutenção da qualidade e amplitude das informações regionais. O trabalho do IBGE e da FEE são complementares.

O modelo de cooperação do IBGE com cada Estado, representado pela FEE no Rio Grande do Sul, na produção de informações, foi adotado, com sucesso, para o cálculo da estimativa das Contas Regionais do Brasil e do Produto Interno Bruto (PIB) dos Municípios. Os resultados do PIB por UF são divulgados, desde 1999, pelo IBGE em parceria com os órgãos estaduais conveniados. É importante salientar que, além da importância econômica do PIB como indicador, os resultados das Contas Regionais também são utilizados pelo TCU como um dos fatores para o repasse de verbas do Fundo de Participação dos Municípios da Capital. Atualmente, o IBGE está refazendo o trabalho de compilação do novo ano base do Sistema de Contas Nacionais do Brasil — SNC (do ano 2000 para o ano de 2010). Assim, todas as séries estimadas serão revistas para o ano base 2010: as séries trimestrais e anuais, para Brasil, e, também, as séries estaduais e PIB dos municípios. Vale salientar que um dos mais importantes fatores de êxito do modelo de cooperação com as UFs na produção de informações tem sido a estabilidade das equipes técnicas locais. Os técnicos dessas equipes passam por treinamento exaustivo, ministrado pelo IBGE, acumulam experiência valiosa no trato das informações regionais e conhecimentos específicos do processo de produção das informações a que se dedicam, o que garante a qualidade dos resultados associada à necessária agilidade dos trabalhos. Enfim, o progressivo fortalecimento da relação entre os órgãos estaduais de estatística e o IBGE irá dotar a sociedade de informações fundamentais à gestão pública e às ações privadas. A Direção do IBGE enfatiza, para garantir a continuidade dos trabalhos e para assegurar o reconhecimento nacional e internacional quanto à qualidade dos trabalhos desenvolvidos pelos diversos atores — IBGE, Órgãos Estaduais de Estatística e Secretarias Estaduais de Planejamento –, que é fundamental manter o apoio institucional ao Instituto Estadual e, principalmente, assegurar a permanência das equipes técnicas do Estado envolvidas nos projetos acima referenciados”. Presidenta do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Wasmália Bivar, e do Diretor de Pesquisas do IBGE, Roberto Ramos
“A FEE tem um papel fundamental no desenvolvimento do Rio Grande do Sul. A Fundação não apenas produz as informações sobre a situação socioeconômica do Estado, mas também contribui de forma decisiva para a avaliação desses dados. Assim, a FEE se transformou, ao longo dos anos, em um celeiro de dados e de ideias que foram fundamentais para o planejamento público e privado e para a formulação de políticas públicas em nível regional. A competência técnica da FEE na geração e interpretação de informações socioeconômicas é, atualmente, reconhecida em todo o país”. Marcelo Portugal, PhD em Economia, Professor Titular da UFRGS
“A FEE é uma das instituições mais antigas e que gozam de inegável reconhecimento pela qualidade e relevância do trabalho que desenvolvem, não apenas para o Estado do Rio Grande do Sul, como para o país. Para o IPEA, é fundamental termos nossa parceria fortalecida e podermos contar com a interlocução com os técnicos da FEE no desenvolvimento dos projetos e pesquisas que compõem nosso Plano de Trabalho”. Marco Aurélio Costa, diretor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

“No Brasil, ainda somos muito carentes de dados em geral e, especialmente, de séries históricas longas. A ausência dessas informações, muitas vezes, impede um diagnóstico correto de realidades e atrasa a implementação de medidas para solucionar os problemas que as abatem. Ao medir a atividade econômica e calcular indicadores sociais de forma acurada e idônea, a FEE contribui tanto para o planejamento da iniciativa privada quanto para a elaboração de políticas púbicas, colaborando para o crescimento e o desenvolvimento do estado”. Patrícia Palermo, Doutora em Economia Aplicada (PPGE-UFRGS), Economista-Chefe da Fecomércio-RS


“Ampliar a qualidade nas políticas públicas, produzir ganhos de eficiência no gasto público e garantir a transparência sobre a aplicação de recursos e o retorno obtido constituem os grandes desafios projetados sobre as instituições públicas brasileiras e gaúchas. Estudos internacionais mostram que estas condições são obtidas quando governos podem contar com burocracias profissionais, baseadas em informação e conhecimento técnico. Na administração gaúcha, a FEE é o que melhor representa este modelo. Quiçá nossos governantes valorizassem devidamente Instituições como a FEE”. André Marenco, Coordenador da Área de Ciência Política e Relações Internacionais da CAPES e Professor Associado no Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFRGS

“No dia do economista quero deixar meu carinhoso abraço a todos os economistas e técnicos da FEE que construíram a história dessa importante Instituição de pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul”. Aod Cunha de Moraes Júnior, Ex-Secretário da Fazenda do RS

“Sempre tive o trabalho da FEE como referência de qualidade nas análises da economia do Rio Grande do Sul, da região Sul do Brasil, mas também sobre os grandes temas nacionais e internacionais. Duas de suas principais publicações periódicas (Ensaios FEE e Indicadores Econômicos FEE) foram e continuam sendo veículos importantes de divulgação da produção técnica e acadêmica em economia”. André Biancarelli, professor do IE-Unicamp e editor da revista Economia e Sociedade

“A FEE é uma Instituição referência na área de Economia, tanto no Rio Grande do Sul quanto em nível nacional, seja no que diz respeito às suas pesquisas relacionadas à Economia Teórica e Aplicada, seja no que concerne às suas análises de conjuntura regional e brasileira”. Fernando Ferrari Filho, Professor Titular da UFRGS e Presidente do Conselho de Economia do RS
“O trabalho realizado com a FEE para o Atlas das Regiões Metropolitanas foi indispensável para o sucesso do projeto. O vasto conhecimento da realidade gaúcha e da metrópole de Porto Alegre permitiu que as divisões espaciais criadas para a região tivessem destacado refinamento e qualidade. Para o PNUD, a oportunidade de trabalhar com uma instituição de pesquisa regional de tamanha relevância demonstra o alto nível de desenvolvimento que o Brasil tem alcançado nas últimas décadas.” Andréa Bolzon, Coordenadora do Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
“A FEE é uma instituição de imensurável valor para todo cidadão que busca encontrar dados e reflexões acerca da economia, em especial à economia gaúcha. Cabe ao Estado buscar nessa prestigiada instituição subsídios para superar a crise em que se encontra”. Maurício Andrade Weiss, Doutor em Economia, Banco do Brasil
“A FEE é uma das mais importantes instituições vinculadas ao Governo do Estado do RS. Seja mediante a elaboração de estudos seminais e publicações em suas qualificadas revistas, seja através de análises conjunturais e setoriais sobre indicadores socioeconômicos dos mais variados, a FEE é um alicerce fundamental e imprescindível para o fomento de ações e políticas voltadas ao desenvolvimento econômico e social do nosso estado. A FEE ilustra perfeitamente o que Douglass North argui em um seu artigo intitulado ‘Institutions Matter’. Por tudo isso, é uma instituição que faz parte da nossa história, mas também faz história no Rio Grande do Sul”. Christian Velloso Kuhn, Doutor em Economia, Coordenador do Curso de Ciências Econômicas da FADERGS e Economista da CEEE.

“A importância da FEE para compreensão da economia gaúcha se dá pela grande quantidade de informações que ela coleta, gera e disponibiliza, permitindo uma compreensão de todos os fatores envolvidos no tema tratado”. Rodrigo Coster, Presidente do Conselho Regional de Estatística da 4ª Região — CONRE 4

“A FEE é uma instituição que se caracteriza por um trabalho sério, competente e reconhecido, desenvolvido ao longo de muitas décadas. Por ela passaram profissionais da mais alta relevância: presidentes, reitores, secretários, o que atesta seu papel central de formação de quadros capacitados para a gestão. Além disso, o acervo de dados, as publicações e estatísticas sistematicamente publicados são de crucial importância para a pesquisa na universidade, principalmente quando se trata de realizar trabalhos comparativos e relacionar variáveis — clássicas ou não — objetivando o planejamento e o fazer dos ‘policy makers’, dos analistas e avaliadores das políticas públicas no Rio Grande do Sul e no Brasil”. Maria Izabel Noll, Doutora em Ciência Politica/EHESS-Paris, Vice-Diretora do IFCH/UFRGS, Professora do Departamento de Ciência Política/UFRGS, Professora dos Programas de Ciência Política e de Políticas Públicas/UFRGS

“Fortalecer a FEE para subsidiar o planejamento e as políticas de desenvolvimento econômico e social no Rio Grande do Sul é fundamental para o reerguimento do planejamento público no país. Entre 2011–14, a cooperação entre então Seplag e a FEE produziu vários documentos, como as Mensagens do Governador à Assembleia Legislativa e o RS 2030 — Agenda de Desenvolvimento Territorial. A FEE tem trabalhado para aumentar a capacidade de formular, implantar e avaliar as mais diversas políticas públicas e, para tal, deve-se manter e reforçar o caráter público, profissional e plural de sua atividade”. Álvaro Magalhães, Assessor do Ministério do Planejamento do Governo Federal

“A FEE possui enorme relevância para a compreensão da economia gaúcha. A produção de estatísticas e de estudos de elevada qualidade vem auxiliando o governo e a sociedade gaúcha a conhecer aspectos essenciais do funcionamento de nossa economia ao longo dos anos. Essa interação deve mesmo ser aprofundada, através de uma instituição ainda mais forte, com trabalhos ancorados em métodos da ciência e orientada ao exame dos mais graves problemas do desenvolvimento do estado. Sorte do estado que conta com uma FEE e inteligente o governo que sabe demandar os estudos de que necessita aos técnicos dessa instituição”. Professor Carlos Henrique Horn, PhD (London School of Economics), Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFRGS, Economista do ano (Corecon, 2014) e Ex-diretor do BRDE
“Como professor e pesquisador acompanho a FEE desde o início de minha carreira e posso testemunhar a relevância de suas pesquisas e publicações para a elaboração de diagnósticos estratégicos sobre o Rio Grande do Sul e como fonte de estatísticas e análises confiáveis para o trabalho acadêmico”. Helgio Trindade, Professor Emérito da UFRGS

“A FEE é a instituição gaúcha com mais capacidade técnica para analisar os problemas econômicos e sociais do Rio Grande do Sul. Subjacentemente, disponibiliza ferramentas cruciais para planejar o estado”. Laura Barbosa de Carvalho, professora de economia da Universidade de São Paulo

“A FEE é a principal fonte de informação para reportagem de economia no Estado, e isso tem duas razões: credibilidade dos dados e capacidade de análise com o equilíbrio e ponderação, sem deixar de lado a opinião. O que faz realmente diferença é ter esse ativo, que reúne a geração de informações (estatísticas a partir de indicadores, dados primários e secundários) e capital intelectual. E isso não pode ser descuidado nem pode ficar refém de mudanças político-gerenciais próprias de governo”. Patrícia Comunello, Repórter de Economia do Jornal do Comércio
“A UCS tem o Curso de Ciências Econômicas desde 1959, portanto, 56 anos, formando mais de 2000 bacharéis em economia. A FEE desempenhou um papel decisivo para esses alunos, pois é nossa principal fonte de referência quando estudamos e pesquisamos o Rio Grande do Sul. Nossos alunos são incentivados a buscar nos bancos de dados da FEEdados e nas publicações regulares e especiais, informações relevantes para os estudos sobre a economia dos municípios gaúchos. O trabalho da FEE, suas pesquisas e publicações são elogiadas por muitos pesquisadores nacionais e internacionais que visitam a UCS e participam de convênios para pesquisa conjunta. Nossos alunos e professores participam dos eventos promovidos pela FEE, ou seja, a FEE faz parte da vida acadêmica dos estudantes e professores da UCS. Sendo assim, entendemos que a FEE desempenha um papel singular e relevante para a formação dos futuros economistas e para subsidiar todas as pesquisas e estudos regionais que impactarão no futuro do Rio Grande do Sul”. Jacqueline Maria Corá, Coordenadora do curso de Ciências Econômicas na UCS

“A FEE é reconhecida pela sua capacidade técnica na produção de indicadores concernentes ao Rio Grande do Sul e na análise da dinâmica socioeconômica gaúcha. Sua solidez inspira suas congêneres nos outros estados do Brasil”. Pedro Paulo Zahluth Bastos, Professor Associado do Instituto de Economia da UNICAMP

“A FEE tem um trabalho essencial e muito relevante no âmbito social e econômico no Estado do RS. Com produções científicas e estatísticas de extrema qualidade a respeito da realidade do nosso Estado, o trabalho único da FEE oportuniza subsídios, debates, discussões e conhecimentos qualificados para a tomada de decisão e para elaboração de pesquisa acadêmica aplicada”. Gisele Spricigo e Janaína Ruffoni, Coordenadoras do Curso de Graduação em Ciências Econômicas da Unisinos

“Como economista e pesquisador, entendo ser primordial para a compreensão e solução dos problemas do Estado uma organização como a FEE. Creio que diante do momento de crise que vivemos, seja em âmbito nacional ou regional, a FEE deveria ser valorizada, assumindo um papel de protagonismo junto ao executivo estadual”. Stefano Silveira, economista e professor da Uniritter

“O trabalho desenvolvido pelos pesquisadores da FEE, coletando e sistematizando dados sobre os diversos aspectos da realidade socioeconômica do Rio Grande do Sul, é reconhecido nacionalmente, contribuindo para o planejamento de políticas e a avaliação e monitoramento das ações do Estado. Em um momento de crise, precisamos não reduzir ou extinguir, mas ampliar a capacidade da Fundação para dar conta de suas funções. Os mais importantes estados do Brasil possuem estruturas voltadas para o trabalho que aqui é desenvolvido pela FEE. Não podemos retroceder e abrir mão de um patrimônio que é de todo o Rio Grande”. Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo, Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da PUCRS
“Nesta data tão especial, o dia do Economista, como não lembrar de uma das entidades que melhor representa essa classe tão distinta. Conhecida pelo seu perfil discreto, todavia com a tradição de ter Presidentes conhecidos na esfera nacional e internacional, a FEE tem relevantes atribuições, entre elas: propor alternativas globais e setoriais de desenvolvimento econômico e social ao Estado, proceder a análises conjunturais, realizar estudos e pesquisas. Contando com alta capacidade de realização e quadro técnico de elevada qualificação técnica, a FEE se consolidou como entidade parceira da Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento Regional — SEPLAN/RS. Nesse sentido, ao longo dos anos, tem contribuído intensamente com a função de planejamento do Estado, em particular na formação de indicadores e na Mensagem do Governador. A presença do Presidente da FEE, Igor Moraes, que atuou como palestrante na abertura da “Semana do Orçamento” em 2015 mostra, mais uma vez, os bons laços existentes entre SEPLAN e FEE. Finalizando, parabéns a todos Economistas pelo seu dia”. Robson Diego Ferreira, Analista de Planejamento, Orçamento e Gestão da SEPLAN / RS

“Qualquer País ou estado que pense no futuro, tem uma fundação econômica para ajudar a traçar os rumos deste futuro. Esta fundação precisa ser pública, pois é o interesse de todos que ela pensa e protege.” Fábio Terra, Professor da Universidade Federal de Uberlândia

“Ao longo de sua história, a FEE realizou importantes estudos sobre a economia e a sociedade gaúchas, colaborando para o diagnóstico de seus principais problemas e para a busca de alternativas. O trabalho de seus técnicos atesta sua importância para qualificar o debate econômico e social do Estado. Seus estudos, setoriais ou globalizantes, alicerçados em diferentes fontes teóricas e sempre com a marca da qualidade, são reconhecidos nacionalmente, bem como seus profissionais, que mesmo em momentos difíceis souberam manter acesa a chama da pesquisa séria, da elaboração de dados e de análises relevantes para qualificar a discussão sobre os problemas do Estado”. Pedro Cezar Dutra Fonseca, Professor Titular e Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFRGS

“Não há desenvolvimento econômico e social sem um projeto de desenvolvimento capaz de liderar homens e mulheres, mobilizar recursos e oferecer uma visão desafiadora e coletiva de um futuro melhor. A FEE tem sido uma referência fundamental para construção deste projeto no Rio Grande do Sul e um exemplo de reflexão crítica e debate qualificado para todo o Brasil. Defender sua história, preservar sua autonomia e zelar pelo seu futuro é um dever moral que se impõe à cidadania”. Jackson De Toni, Gerente de Planejamento da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Economista, Doutor em Ciência Política

“A FEE é um órgão de pesquisa fundamental para a sociedade gaúcha que contribui de forma decisiva para o desenvolvimento socioeconômico do Rio Grande do Sul. A atuação marcante da FEE na preparação de diagnósticos setoriais e na agregação de dados gerais é inquestionável para o desenho de boas práticas de politicas públicas com elevada efetividade e sempre foi uma característica da FEE. Os dados gerados pela FEE inspiraram incontáveis pesquisas nas Universidades do Estado e do país e são uma fonte contínua de pesquisa acadêmica de elevado grau de excelência. Além disso, a FEE assumiu protagonismos e liderança marcantes na história do Rio Grande e do Brasil, seja na discussão de temas importantes para a cidadania e para efetividade de um verdadeiro Estado de bem-estar social, seja para a própria consolidação da democracia no Rio Grande e no Brasil. Nos últimos anos acompanho com entusiasmo a renovação dos seus quadros técnicos, jovens com formação complexa e plural fazem da FEE uma entidade atuante, forte e renovada e com muito potencial para fortalecer a pesquisa em Economia e Estatística na sociedade gaúcha e brasileira”. Sabino da Silva Porto Júnior, Economista, Professor Associado III do Programa de Pós-Graduação em Economia da UFRGS

“A FEE é uma das principais instituições de pesquisa do país. O seu reconhecimento tem sido alcançado através de estudos vinculados, em particular, ao desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul”. Achyles Barcelos da Costa, Professor do Programa de Pós-Graduação em Economia da UFRGS

“Desde o final dos anos 1970, quando estudava a realidade gaúcha, os estudos e base de dados da Fundação foram de extrema relevância. E poucos estados brasileiros contavam com uma instituição dessa qualidade. Posteriormente, passei a me dedicar às Relações Internacionais e, ainda assim, a colaboração com a FEE prosseguiu, em seminários e contribuindo com artigos da área de minha especialidade. A globalização avançava e qualquer análise econômica do nosso estado necessitava de um balanço de conjuntura nacional das novas estruturas internacionais que passavam a moldar as instituições domésticas. Elas impactavam diretamente sobre as redes produtivas e sobre a sociedade. Logo, o Rio Grande do Sul se encontrava no coração do Mercosul, com grandes oportunidades mas desafios ainda maiores. Como compreender essa realidade? Como analisar e planejar a economia gaúcha sem entender a projeção da economia chinesa, por exemplo? Da mesma forma que a academia pode se apoiar na FEE, também os setores produtivos puderam, nela, encontrar uma ferramenta indispensável. Mais relevante ainda, a FEE sempre foi uma instituição de Estado, não de governo. Sua metodologia, continuamente atualizada, vem atendendo a novas demandas e se adaptando às novas situações. Suas publicações, posso assegurar por experiência pessoal, são uma referência internacional. Com um corpo de técnicos selecionados por concurso público, a FEE também constitui um instrumento indispensável aos que tem a responsabilidade de governar nosso estado”. Paulo Fagundes Visentini, Historiador e Prof. Titular de Relações Internacionais na UFRGS, Dr. em História Econômica pela USP e Pós-Doutorado em Relações Internacionais pela London School of Economics, Pesquisador 1B do CNPq e do NERINT/UFRGS
“Instituições como a FEE são fundamentais para, por meio da produção de indicadores e de estudos socioeconômicos, melhorar a qualidade das nossas políticas públicas”. Pedro Rossi, professor do IE-Unicamp
“Na primeira hora do estado moderno, o economista inglês, William Petty compreendeu e ensinou-nos, pela primeira vez, a importância decisiva da “aritmética política” para o autoconhecimento das sociedades, e para a orientação estratégica dos seus governos. Mas apesar disto, até hoje são poucos os estados nacionais, e sobretudo regionais, que dispõem de sistemas completos, confiáveis e atualizados de informação sobre as condições sociais e econômicas de suas populações. Deste ponto de vista o Estado do Rio Grande do Sul é uma bela exceção. Faz muito anos que conheço, acompanho à distancia, e utilizo muitas vezes, o magnífico trabalho feito pela sua Fundação de Economia e Estatística produzindo, sistematizando e interpretando os dados que retratam a vida social e econômico da sociedade gaúcha. Deste ponto de vista, o Rio Grande está realmente de parabéns!” José Luís Fiori, Doutor em Ciência Politica pela USP; professor titular de Economia Politica Internacional do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro

“A FEE tem contribuído para a compreensão de realidades econômicas e sociais nessas últimas quatro décadas com seriedade e eficiência. Seu corpo técnico qualificado promove estudos que ajudam a academia e as instituições correlatas na análise da conjuntura e estrutura nacional e estadual, tendo uma história a zelar pelo seu compromisso com a cientificidade”. Vania Beatriz Merlotti Herédia, Doutora em História Econômica e Pesquisadora da UCS

“Falar sobre a importância da FEE não deveria ser necessário, tendo em vista a sua trajetória de muitas décadas. Quem, pelo menos na Região do Sul do Brasil, atua (academicamente ou não) em diferentes áreas das ciências sociais aplicadas conhece essa Fundação e tem experiência de utilização dos dados e estudos por ela proporcionados. Seu papel social, longamente desempenhado, com acúmulo de competência no seu corpo técnico, mostra-se nada menos que imprescindível, um atributo que se refere também à manutenção de relevantes instrumentos de divulgação de pesquisas e análises, como a revista Ensaios. A FEE merece, portanto, ser objeto de uma contínua e crescente valorização, tendo preservado o seu caráter público’’. Hoyêdo Nunes Lins, Professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC
“Bola de cristal científica — Andei lendo com grande proveito um material que merece a consideração de todos os intelectuais e as autoridades de qualquer hierarquia: a série “RS 2030: Agenda de Desenvolvimento Territorial”, com material produzido pelo “think tank” mais sólido do estado, a FEE, por extenso Fundação de Economia e Estatística. Está tudo disponível no site fee.rs.gov.br, em “Agenda 2030”. O que fazem ali os técnicos (basicamente economistas, mobilizando dimensões geográficas e históricas em profusão) é considerar dados estatísticos do presente e do passado para imaginar o que poderá ser o Rio Grande do Sul em 2030, logo ali. O material da FEE é, deve ser, um patamar para a conversa, daqui pra frente. Esmiuçá-lo em sala de aula, não apenas entre os economistas, pode ser uma boa providência”. Luís Augusto Fischer, Escritor e Professor da UFRGS, em coluna da Zero Hora dia 24/03/2015
Em momentos como o de hoje é que se precisa de instituições como a FEE, que, por seu estoque de conhecimento acumulado em décadas de estudo e pesquisa e por seus profissionais de qualidade técnica, reúne saberes e disposição para um equacionamento de questões importantes a formarem pautas consentâneas com a situação. Sua tradição de trabalho autoriza a acreditar que, mesmo não tendo soluções, há de dispor de encaminhamentos seguros para encontrá-las. A FEE é o acervo maior sobre o conhecimento da sociedade gaúcha de que dispomos. Conhecimento amplo não significa informação jornalística, mas conhecimento crítico, balizado em história e ciência, pelo qual se pode inferir não só o peso relativo dos fatos como seus papéis no sistema de relações em que está inserido. É preciso não esquecer que um grupo interdisciplinar de demógrafos, sociólogos, historiadores, economistas, administradores, contadores, estatísticos e de outros profissionais, concursados e com estabilidade em seus cargos, construíram ao longo de quase meio século um amplo conhecimento montado sobre correntes variadas do pensamento científico, mostrando a liberdade que sempre imperou em suas hostes. São muito poucos os estados que contam com um grupo técnico semelhante e com condições de esmiuçar caminhos novos para os próximos anos”. Cláudio F. Accurso, Economista e Professor Titular da UFRGS aposentado
“A primeira coisa a dizer é que a FEE faz análises críticas sustentadas em bases teóricas as mais diversificadas e as mais avançadas do pensamento econômico do tempo presente. E desde o primeiro e inaugural e grande trabalho dos “25 anos de economia gaúcha” nos anos 70, até um dos últimos vigorosos e notórios textos de “Três Décadas da Economia Gaúcha”, a FEE articula a economia do Rio Grande do Sul no movimento da economia brasileira e na dinâmica da economia mundial. Trata-se de uma expertise reconhecida nacional e internacionalmente. E há uma segunda coisa a expressar: a FEE tem uma produção e um armazenamento de dados estatísticos que também pode dar aos técnicos, aos administradores, aos secretários, aos governadores e à sociedade um suporte confiável para uma avaliação precisa do RGS. A FEE é fundamental e imprescindível”. Enéas de Souza, economista, Presidente do BRDE, 1987–88; Diretor de Planejamento da FINEP, 1988–90; Secretário de Ciência e Tecnologia do RS, 1990–91 e secretário adjunto da Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento 2012–13

“A FEE possui uma história de relevantes contribuições para a compreensão da economia e da sociedade gaúchas. Seja por meio de estudos setoriais, seja com estudos socioeconômicos mais amplos, a fundação tornou-se o principal centro de produção de pensamento e de organização de estatísticas sobre o Rio Grande do Sul”. Ronaldo Herrlein Jr, Professor de Economia da UFRGS

“Tive meus primeiros contatos com os trabalhos da FEE no início dos anos 1980, quando iniciava meus estudos em história na UFRGS. Uma vinculação que continuou no meu doutorado na área de sociologia política e, na atualidade, eu posso dizer que o conhecimento produzido pela Fundação é bastante importante nas minhas pesquisas sobre processos participativos no Brasil, assim como no exterior. Penso que a FEE, desde a sua fundação no inicio dos anos 1970, vem produzindo dados essenciais sobre a realidade gaúcha, material que está servindo de apoio ao trabalho de gestores públicos, empresários, acadêmicos, assim como a todos os interessados em compreender a conjuntura regional. Ademais, por meio dos seus estudos, é uma instituição que contribui para a elaboração de uma caracterização mais complexa do desenvolvimento brasileiro, a formulação de parâmetros a partir dos quais as análises políticas, econômicas e sociais se complementam, de modo a desvelar as diferentes trajetórias que conformam o nosso país. Mais do que uma fundação de economia que visa assessorar o governo gaúcho, a FEE representa hoje um patrimônio de todos aqueles que acreditam no potencial transformador do conhecimento, na capacidade da ciência contribuir para a construção de um mundo melhor”. Alfredo Alejandro Gugliano, Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFRGS.

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