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Fábio, ótimo complemento! Há sim uma infantilidade presente nas rotinas de RH. Os testes psicológicos, que já são questionáveis e que, particularmente, não gosto muito, mas que são construído com base em muita pesquisa, estão sendo substituídos por avaliações imbecis, baseadas em teorias mágicas, como disse. O que chamo de teorias mágicas são aquelas que fazem relações sem coerência entre um evento A e B e, em geral, não possuem base de pesquisa. Alguns muito usados, mas extremamente questionáveis, são os que se baseiam na metodologia DISC. Tive a oportunidade de ver um resultado. Cheguei a rir, de tamanha bobagem.

Com relação aos novos termos, procuro evitá-los. Sempre digo que prefiro usar RH, para marcar que estamos falando de recursos humanos, pois é assim que as empresas ainda trabalham com as pessoas, é um termo mais honesto. Opto também por trabalhador, funcionário ou empregado. A honestidade é importante.

Em breve, trarei textos e ferramentas com uma nova visão, que acredito ser mais real e, obviamente, mais produtiva. Sem solzinho, flores e borboletas, pretendo tratar os eventos como eles são de verdade e os possíveis caminhos para um RH mais coerente, produtivo e realista.

Obrigado!

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